Pular para o conteúdo principal

Web traz o amor, mas também espinhos

Navegar na web é uma maneira de encontrar o amor, socializar-se e melhorar as relações pessoais para sete em cada dez adultos. Mas, apesar de 99% dizerem que protegem os seus dados pessoais, muitos usuários não estão completamente seguros enquanto se sociabilizam na rede.

Os dados são da pesquisa Norton On-line Living Report (Nolr), levantamento global sobre hábitos on-line conduzida pela Symantec em 12 países entre 13 outubro e 5 dezembro 2008.

Algo como metade dos entrevistados, de acordo com a pesquisa, visita conscientemente sites perigosos, não faz backup dos seus dados e mantém uma senha não segura.

"Embora a tecnologia possa ajudá-lo a encontrar o amor, só você pode garantir segurança on-line a si mesmo e à família na internet", diz Ida Setti, gerente de marketing para o consumidor da Symantec Italia & Iberica. "Hoje, a web tornou-se parte integrante das nossas vidas, oferecendo uma infinidade de oportunidades para se manter ligado aos outros", acrescentou.De acordo com os resultados da investigação, os entrevistados possuem uma média de cerca de 41 amigos virtuais, 49% mantêm um perfil em uma rede social e 24% compartilham na rede seus próprios segredos.

Mesmo as crianças utilizam a internet para se sociabilizar, mas os pais muitas vezes ignoram essas atividades, com as quais eles participam de jogos on-line e passam horas conectados à rede.

A pesquisa, que teve uma amostra de 6.427 adultos com 18 anos ou mais, além de 2.614 jovens de 8 a 17 anos que se conectam uma ou mais horas por mês, mostra que 90% dos pais consideram que é sua responsabilidade proteger crianças que utilizam a web. Por isso, têm mantido um diálogo com eles sobre esta questão - índice 20% maior que no ano passado.

Além disso, os jovens estão começando a abrir o seu mundo on-line para os adultos: 25% deles são amigos virtuais dos pais e 10% utilizam a tecnologia (mensagens instantâneas, redes sociais, email) para manter contato com seus avós.


Fonte: Por Reuters, in Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 8
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A relação entre empresas e clientes

Atender as necessidades do consumidor é um dos princípios básicos do Marketing. E o que mais as pessoas precisam hoje, para além da relação de compra, é de relacionamentos positivos com uma marca. Especialistas apontam três requisitos essenciais na relação entre as empresas e seus clientes: confiança, diálogo e reconhecimento.

Alguns especialistas são categóricos em afirmar que nem mesmo o consumidor sabe o que quer. Por isso, toda empresa deve estar atenta para atender as demandas reprimidas. Mas, num cenário em que produtos e serviços são semelhantes, o que vai diferenciar uma marca da outra é a experiência positiva proporcionada em todos os contatos com um produto ou serviço.

A Coordenadora da Área de Marketing e Negócios Internacionais do Coppead/UFRJ, Letícia Casotti, informa que os antropólogos dizem que somos uma “sociedade relacional”. “Damos muita importância a relacionamentos e somos um povo fácil de estabelecer relacionamentos. Mas, por outro lado, observam-se empresas cada …

Muito além do lucro: empresas precisam de propósito para criar valor para os stakeholders

O principal motor do sistema capitalista é o capital. Melhor dizendo, o lucro, que Karl Marx cunhou de forma crítica como mais-valia. Desde a concepção do sistema, entretanto, muita coisa aconteceu - da queda do muro de Berlim e dos regimes comunistas à chegada da Geração Millennial ao mercado de trabalho - e tornou cada vez mais iminente a necessidade de revisão daquele guia original dos negócios, representado por cifrões. Hoje, as empresas despertam, pouco a pouco, para a importância de se buscar propósitos mais nobres para as suas atividades, enxergando o lucro como resultado e não como objetivo maior.
A nova mentalidade, entretanto, não pode se resumir a uma maquiagem para levar a organização ao sucesso na nova era, e esse é um dos desafios assumidos por Raj Sisodia, Cofundador e Copresidente do Instituto Capitalismo Consciente, que esteve no Rio de Janeiro na última semana durante o evento Sustainable Brands.
A entidade sem fins lucrativos criada por Sisodia já está em seis países,…

Em busca de economia, consumidor troca lojas físicas por virtuais

No primeiro semestre, ao todo, mais de 17 milhões de brasileiros fizeram ao menos uma compra em lojas virtuais do país. O setor apresentou um faturamento de R$ 18,6 bilhões, segundo o relatório da WebShoppers. O destaque do período foi o maior volume de vendas de eletrodomésticos e telefonia/celular - produtos que pela cultura do país eram comprados em lojas físicas.
Segundo Adriano Caetano, especialista em e-commerce e diretor da Loja Integrada, a mudança de comportamento é reflexo da nova organização do orçamento. "Com a crise, a população acaba poupando mais dinheiro e a internet é uma forma de economizar. É mais fácil pesquisar preços e formas de pagamento, e possivelmente encontrar um preço mais barato que a loja física", explica Adriano. Na Loja Integrada, por exemplo, o aumento nas vendas entre as micro e pequenas empresas chegou a 40% em relação ao ano passado, número na contramão da recessão da economia.
Para o especialista, o destaque nestes segmentos de vendas está …