Pular para o conteúdo principal

Prova do BBB teria causado imagem negativa ao Guaraná Antarctica

Bastante comentada na imprensa e pelo público, a aparição de Ronaldo no Big Brother Brasil 10 parece ter agradado aos participantes e aos expectadores da atração, menos à Ambev. Viabilizadora da entrada do jogador na casa, a multinacional, detentora da marca Guaraná Antarctica, teria ficado insatisfeita com o resultado da ação de merchandising feita no reality show e já teria mostrado seu descontentamento à TV Globo.

A reclamação da marca questiona a maneira como a prova foi elaborada. Exibida no sábado, 6, a disputa consistia em um circuito no qual os participantes deveriam jogar um dado que determinava a quantidade de copos de Guaraná Antarctica que deveriam beber, vencendo aquele que completasse a atividade em menor tempo. Durante a prova, que teve como juiz o jogador do Corinthians, os participantes demonstraram um certo desconforto ao ter que tomar vários copos de guaraná, na sequência.

Por isso, a Ambev teria avaliado que, em vez de propagar uma imagem positiva da marca, o merchandising feito no BBB acabou gerando um resultado negativo para a marca. Por isso, a companhia de bebidas teria feito uma reclamação junto à Globo. Esta, para tentar compensar a situação, prometeu fazer uma nova ação do Guaraná Antarctica dentro do reality show.

Procurada pela reportagem de M&M Online, a Ambev afirma não ter conhecimento sobre o assunto. Já a DM9DDB, agência detentora da conta publicitária do Guaraná e responsável por todas as ações de merchandising feitas no reality, alegou que ainda não recebeu nenhuma notificação do anunciante a respeito do ocorrido no BBB.


Fonte: Por Bárbara Sacchitiello, in Meio & Mensagem
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A relação entre empresas e clientes

Atender as necessidades do consumidor é um dos princípios básicos do Marketing. E o que mais as pessoas precisam hoje, para além da relação de compra, é de relacionamentos positivos com uma marca. Especialistas apontam três requisitos essenciais na relação entre as empresas e seus clientes: confiança, diálogo e reconhecimento.

Alguns especialistas são categóricos em afirmar que nem mesmo o consumidor sabe o que quer. Por isso, toda empresa deve estar atenta para atender as demandas reprimidas. Mas, num cenário em que produtos e serviços são semelhantes, o que vai diferenciar uma marca da outra é a experiência positiva proporcionada em todos os contatos com um produto ou serviço.

A Coordenadora da Área de Marketing e Negócios Internacionais do Coppead/UFRJ, Letícia Casotti, informa que os antropólogos dizem que somos uma “sociedade relacional”. “Damos muita importância a relacionamentos e somos um povo fácil de estabelecer relacionamentos. Mas, por outro lado, observam-se empresas cada …

Muito além do lucro: empresas precisam de propósito para criar valor para os stakeholders

O principal motor do sistema capitalista é o capital. Melhor dizendo, o lucro, que Karl Marx cunhou de forma crítica como mais-valia. Desde a concepção do sistema, entretanto, muita coisa aconteceu - da queda do muro de Berlim e dos regimes comunistas à chegada da Geração Millennial ao mercado de trabalho - e tornou cada vez mais iminente a necessidade de revisão daquele guia original dos negócios, representado por cifrões. Hoje, as empresas despertam, pouco a pouco, para a importância de se buscar propósitos mais nobres para as suas atividades, enxergando o lucro como resultado e não como objetivo maior.
A nova mentalidade, entretanto, não pode se resumir a uma maquiagem para levar a organização ao sucesso na nova era, e esse é um dos desafios assumidos por Raj Sisodia, Cofundador e Copresidente do Instituto Capitalismo Consciente, que esteve no Rio de Janeiro na última semana durante o evento Sustainable Brands.
A entidade sem fins lucrativos criada por Sisodia já está em seis países,…

Em busca de economia, consumidor troca lojas físicas por virtuais

No primeiro semestre, ao todo, mais de 17 milhões de brasileiros fizeram ao menos uma compra em lojas virtuais do país. O setor apresentou um faturamento de R$ 18,6 bilhões, segundo o relatório da WebShoppers. O destaque do período foi o maior volume de vendas de eletrodomésticos e telefonia/celular - produtos que pela cultura do país eram comprados em lojas físicas.
Segundo Adriano Caetano, especialista em e-commerce e diretor da Loja Integrada, a mudança de comportamento é reflexo da nova organização do orçamento. "Com a crise, a população acaba poupando mais dinheiro e a internet é uma forma de economizar. É mais fácil pesquisar preços e formas de pagamento, e possivelmente encontrar um preço mais barato que a loja física", explica Adriano. Na Loja Integrada, por exemplo, o aumento nas vendas entre as micro e pequenas empresas chegou a 40% em relação ao ano passado, número na contramão da recessão da economia.
Para o especialista, o destaque nestes segmentos de vendas está …