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Rebranding do Papa: reposicionamento institucional do catolicismo

As diferenças comportamentais entre o Papa Francisco e seu antecessor, o Papa Emérito Bento XVI, estão ocasionando em um novo posicionamento institucional da figura do chefe da Igreja Católica. Sempre envoltos a luxos, mordomias e privilégios, os líderes até o atual pontífice sempre viveram distantes da realidade mundana, no entanto, desde o início do atual pontificado, a sociedade vem acompanhando grandes transformações. O papado comandado pelo argentino Mário Bergoglio está mais alinhado aos passos pregados por Jesus, e sobretudo, a atual conjuntura econômica que tem impactado os quatro cantos do mundo. Essas transformações foram analisadas pela   Interbrand  e mostram como o rebranding Papal pode ser um exemplo para muitas empresas. A identidade visual adotada pelo atual Papa é uma das principais mudanças. Diferente de seus antecessores que usavam estolas vermelhas, adornos dourados e acessórios de metais preciosos, Francisco é adepto da simplicidade, assim c...

A evolução do papel das lojas físicas e os comportamentos do consumidor omnichannel

Buscar o diferencial competitivo das lojas físicas é o grande desafio dos varejistas frente à concorrência com o e-commerce, que tem atraído cada vez mais os consumidores. Apesar do temor provocado pelo crescimento das vendas online, nada substituirá a experiência da compra no canal mais tradicional. Integrar os canais online e off-line para que o consumidor possa escolher como se relacionar com cada varejista é o melhor caminho a ser percorrido pelas empresas que esperam se manter vivas neste cenário. Isso é o que mostra a pesquisa “Total Retail 2015”, realizada pela PwC, em 19 países, inclusive o Brasil. O estudo reforça a máxima de que o   varejo físico está na moda outra vez , como foi discutido na última edição do NRF Big Show. O relatório mostra também que, para melhorar a experiência de consumo, a loja deve incorporar novas funções e tecnologias para explorar melhor as formas de interação com os outros canais de relacionamento com o cliente. A ideia é fazer com que...

Na crise, consumidor corta salgadinho e compra menos cerveja

A aposentada Maria da Conceição trocou o contrafilé por carne moída e peito de frango. "E ainda misturo com bastante arroz para render mais". A desempregada Lilian Silva de Oliveira aderiu às marcas próprias dos supermercados, geralmente mais em conta. "E compro tudo em menor quantidade". A analista administrativa Tatiana Medeiros substituiu o cream cheese pelo requeijão, mas manteve o achocolatado da melhor qualidade. O comerciante Dailson Pereira de Sousa só pega o que estiver em promoção, mas não abre mão do refrigerante mais caro. A empregada doméstica Alcione América de Souza preferia melancia e manga, mas passou a se contentar com banana e maçã - estas, mais baratas. Com a   inflação beirando os 10% no ano agora em 2015 , o comportamento dos brasileiros no supermercado   mudou . A mesa está menos farta, a variedade de produtos é menor, mas, ao economizar comprando menos quantidade e menos itens, sobra um trocado para levar ao menos um "luxo...

Marketing Digital: Qual é o fator mais valioso na indústria da publicidade na era online?

Qual é o fator mais valioso na indústria da publicidade na era online? Tradicionalmente, no marketing digital, o público era segmentado em consumidores que compartilhavam de características em comum, como a idade e o sexo, por exemplo, sendo influenciados pela publicidade relacionada a tais aspectos durante a compra. Agora, com a tecnologia real time bidding (RTB) à disposição, anunciantes ofertam seus anúncios automaticamente com base no comportamento online de cada usuário. A maneira como as pessoas usam os meios de comunicação e as redes sociais, investindo parte do seu tempo e atenção, mudou drasticamente nos últimos anos. Mesmo com uma “comodidade preciosa” fornecida por meios mobile, que é um forte atributo do século 21 para administrar melhor a vasta quantidade de informação, buscamos qualidade de serviços, tecnologias e aplicativos que nos ajudem a organizar e aproveitar a aplicação da mídia programática. A Era Digital, na qual o consumidor tem total poder de esc...

China proíbe uso das palavras 'mais' e 'melhor' em propagandas

A China modificou algumas regras que regulam o setor publicitário no país. As mudanças, significativas, estão causando intenso debate no setor. A mudança mais importante fala do uso de superlativos. A nova lei proíbe anúncios e propogandas de usarem palavras como "mais" e "melhor", evitando assim comparações com outras marcas. O novo texto também fala da proibição de termos como "supremo". Quem desrespeitar a lei poderá ser multado no equivalente a 157 mil dólares. A agência publicitária responsável também poderá ser suspensa. Na internet, anúncios com estas palavras poderão ser bloqueados. Alguns empresários do ramo já reclamaram. Uma outra resolução fala da diminuição de  celebridades  em anúncios e na necessidade do porta-voz da propaganda ter o dever de garantir a eficácia e realidade daquele produto. Assim, um homem não poderá aparecer em um comercial falando de higiene feminina, por exemplo. Quem vender o produto precisa ser um...

Muito além do lucro: empresas precisam de propósito para criar valor para os stakeholders

O principal motor do sistema capitalista é o capital. Melhor dizendo, o lucro, que Karl Marx cunhou de forma crítica como mais-valia. Desde a concepção do sistema, entretanto, muita coisa aconteceu - da queda do muro de Berlim e dos regimes comunistas à chegada da Geração Millennial ao mercado de trabalho - e tornou cada vez mais iminente a necessidade de revisão daquele guia original dos negócios, representado por cifrões. Hoje, as empresas despertam, pouco a pouco, para a importância de se buscar propósitos mais nobres para as suas atividades, enxergando o lucro como resultado e não como objetivo maior. A nova mentalidade, entretanto, não pode se resumir a uma maquiagem para levar a organização ao sucesso na nova era, e esse é um dos desafios assumidos por Raj Sisodia, Cofundador e Copresidente do Instituto Capitalismo Consciente, que esteve no Rio de Janeiro na última semana durante o evento Sustainable Brands. A entidade sem fins lucrativos criada por Sisodia já está...

Vendas: O que fazer quando o cliente diz que o produto é caro?

Uma das coisas mais difíceis de mudar é o comportamento coletivo de uma sociedade. Achar caro e pedir desconto é um deles. Em qualquer segmento, seja para o consumidor final, seja para negócios entre empresas, o brasileiro sempre acha caro e sempre pede desconto. Tanto é assim que isso se transformou em prática comercial, a qual, pessoalmente, considero nociva às relações de consumo, pois cria uma falsa realidade sobre o valor que os produtos ou serviços realmente têm para os clientes. Mas será que é possível mudar isto? Acho que sim. Mas requer determinação, disciplina e principalmente entendimento sobre o valor que os produtos e serviços oferecidos agregam não para você, mas para o seu ciente. Vale para a situação uma máxima já bem batida: a de que é necessário conhecer e entender a necessidade de seu cliente para depois oferecer um produto ou serviço. Isso se aplica seja na simples venda de varejo, seja na venda mais complexa entre empresas. Lei de Gérson Inf...