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Second Life inovando a comunicação

A FGV realizou nesta segunda-feira, 25, um seminário sobre o Second Life - "Inovando a Comunicação". Um dos temas abordados foi as oportunidades que o segundo mundo oferece para a campanha publicitária. Vale à pena investir na nova mídia? Cristina Rother, sócia-diretora da LOV, contou o case da TAM, primeira companhia aérea no SL. Em abril, uma festa no céu, que começou às 20h e terminou à 1h, marcou a entrada da companhia. 726 avatares tiveram acesso ao evento, que contou com a presença do presidente da empresa, em pessoa, conduzindo seu próprio avatar. A TAM criou também estandes em diversos países com atendimento especialmente treinado para estar no SL. O retorno da campanha, cujo número de investimento não foi divulgado, está aumentando até hoje. Em dois meses, 12.254 avatares visitaram o estande da TAM só no Brasil. De acordo com Roberta Alvarenga, sócia-diretora da Cafeína Estúdio, os investimentos publicitários começam, em geral, em 10 mil reais, podendo atingir o valo...

Marketing Interno: uma inovação ditada pela necessidade

Depois que as empresas conseguem, através da comunicação interna, melhorar as relações entre funcionários e seus empregadores, os grandes empresários passam a se preocupar com outra questão: a satisfação do cliente externo. Para atender às exigências do cliente externo, a empresa faz uso das táticas do marketing interno. As empresas precisam atender aos clientes externos, que estão cada vez mais exigentes e para isso os funcionários precisam ter ao seu alcance informações sobre produtos e serviços para atender, entender e satisfazer o cliente. O marketing interno incentiva os funcionários para que eles possam encantar os clientes de sua empresa. Segundo Kotler (1998, p. 40) “marketing interno é a tarefa bem-sucedida de contratar, treinar e motivar funcionários hábeis que desejam atender bem aos consumidores”. A função do marketing interno é mostrar aos funcionários a importância do cliente e propiciá-los à uma melhoria na qualidade de produtos e serviços prestados a esses clientes, com...

Kellogg vai restringir propaganda de alimentos para crianças

A Kellog, empresa fabricante de cereais - muitos deles voltados ao público infantil, comunicou que até o fim de 2008 deixará totalmente de fazer campanha publicitária para crianças menores de 12 anos, a não que o produto anunciado tenha menos de 200 calorias, menos de 230 mg de sódio, menos de 12 gramas de açúcar, menos de 2 gramas de gordura saturada, não contenha gordura trans. Os alimentos que estiverem fora destes critérios que a empresa chama de "Kellog Global Nutrient Criteria" também serão gradualmente reformulados, dentro do mesmo prazo estipulado. A nova política de marketing da empresa também prevê restrições ao licenciamento de personagens da mídia, como o Shrek, tanto nas embalagens e brinquedos dentro delas, quanto nos comerciais. Está prevista ainda a retirada de toda a propaganda feita em escolas e a interrupção do patrocínio de eventos para crianças de até 12 anos. Os alimentos que não obedecerem aos critérios nutricionais da Kellog serão gradualmente reformul...

A comunicação no ponto de venda

A simples localização de um produto nas prateleiras pode gerar grande variação no volume de negócios ou ser determinante entre o sucesso e o fracasso de uma campanha ou empreendimento. A importância da diferenciação no ponto de venda e a sua localização não podem ser dissociadas dos outros componentes do marketing. O PDV é um dos principais elos entre consumidor e empresa, assim como o diferencial na escolha de produtos nas gôndolas. Para esclarecer esta forma de inovar nas prateleiras e “ganhar” o cliente no momento da compra, representantes de marcas de prestígio no mercado são unânimes ao dizer que a decisão de compra do consumidor é feita no PDV. Por isso, a rede de Drogarias Onofre trabalha um conjunto de ações e movimentações para se diferenciar no ponto de venda. A drogaria elaborou um modelo para ser seguido em todas as lojas na exposição de produtos, serviços, conveniências e ambientação. As lojas adotaram o Beauty-Center, que é uma forma de expor todos os produtos em categori...

Marketing Baseado em Valor: guia para agências e profissionais de marketing

Transcrevo aqui a íntegra do artigo "Marketing Baseado em Valor. Guia para agências e profissionais de marketing", escrito pelo CEO Brand Finance América do Sul, Gilson Nunes, que Mestre em Economia pela FGV de São Paulo, MBA pela London Business School e membro do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial e da Câmara de Comercio Brasil- Suíça. Nunes é também autor do livro Marca, valor do intangível: construindo e medindo o seu valor econômico, Editora Atlas. Só tenho uma coisa a dizer sobre esse texto: é leitura obrigatória . Leia, reflita, imprima e guarde! Um dia você pode precisar dele. "Nas economias desenvolvidas, existe atualmente uma proliferação de escolhas para os consumidores. Não ocorreu só uma multiplicação na variedade de escolhas, a qualidade média das mercadorias e serviços melhorou consideravelmente. Na realidade, “apesar de que tudo pode ser melhorado, ocorre cada vez mais a mesma coisa”. Este ambiente dificulta a escolha do consumidor, e recompens...

Competências, o ponto central de uma estratégia

Todo e qualquer empresário busca as famosas vantagens competitivas que o posicionem à frente dos rivais e sejam difíceis ou até mesmo impossíveis de imitar. Nesta entrevista, concedida à jornalista Beverly Geber, o renomado especialista em estratégias corporativas C.K. Prahalad explica quais foram as vantagens que transformaram a indústria japonesa na referência mundial nos anos 80 e por que grandes corporações norte-americanas como Sears, IBM e Caterpillar derraparam naquela década. Segundo ele, a arma utilizada por nipônicas como Toyota, Canon e NEC foi a ïntenção estratégica, ou seja, elas descobriram aquilo que sabiam fazer de melhor - suas competências essenciais - e resolveram aproveitá-las ao máximo. Reuniram em torno delas, então, seus recursos humanos, propondo uma cruzada contra os reis da montanha. De acordo com Prahalad, o ponto central de uma estratégia é fundamentalmente esse: desenvolver uma série de competência essenciais e, a partir daí, criar novos produtos e serviços...

Fila gera condenação do ABN Amro

O ABN Amro está obrigado a indenizar o estudante de direito Pablo Gimenez Garcia Bastos Torquato por deixá-lo 1 hora e 15 minutos na fila, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Pela lei municipal, a tolerância é de, no máximo, 15 minutos. O estudante ganhou 3.500 reais de indenização por danos morais em primeira instância. O banco recorreu, mas a justiça manteve a indenização. Ainda cabe recurso. O caso não é isolado. A justiça de todo o país não tem tolerado a espera de clientes em filas mais que o permitido pelas leis municipais. Este Blog já tocou nesse assunto algumas vezes, mas com a certeza de que ainda haverá outras condenações judiciais até os bancos resolverem tomar uma atitude concreta para o problema das filas. O interessante no caso foi o puxão de orelha que o ABN Amro tomou na primeira instância. A justiça afirmou que o banco tem lucros garantidos, mas não destina parte deles para melhorar o atendimento de seus clientes independentemente de serem correntistas ou não. E mais: q...