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ROI: A matemática invade a Comunicação

Com a crescente demanda por instrumentos de análise e informação que possibilitem a otimização dos investimentos realizados nas diferentes ações de comunicação e marketing, a discussão sobre ROI vem-se mostrando fundamental. O tratamento como ferramenta estratégica no planejamento e tomada de decisão sobre os recursos aplicados e alocação de verbas futuras foi a tônica do III Fórum Internacional ABA ROI, realizado no Novotel Jaraguá em São Paulo/SP entre os dias 5 e 6 de agosto de 2008, organizado pela Associação Brasileira de Anunciantes (www.aba.com.br). O presidente e COO da Copernicus Marketing Consulting, Peter Krieg, fez a abertura do segundo dia do evento, tratando de ROI na propaganda. Segundo ele, há mudanças drásticas na demanda por responsabilidade pelo investimento feito em marketing, apontando que 67% dos empresários querem entender o retorno de campanhas e apenas 21% estão felizes com os esforços feitos. Seria preciso coletar e gerenciar dados, através de novas ferramenta...

A Estratégia do Oceano azul

Desta vez foi Renné Maubourgne, uma das cabeças pensantes da estratégia do Oceano Azul, quem falou para os participantes do Fórum Mundial de Estratégia HSM sobre como pensou e definiu, em parceria com W. Chan Kim, um dos conceitos de maior sucesso dos últimos anos no mundo dos negócios.Best-seller pelo The Wall Street Journal, Business Week, The New York Times e muitas outras publicações Mundiais, sua obra alcançou o status de National Best-Seller e foi traduzida para 29 idiomas, quebrando o recorde histórico das demais publicações da Harvard Business School Publishing. Para entender um pouco do que fala sua teoria, é preciso pensar nos negócios como sendo possíveis em dois oceanos: um azul e outro vermelho. Os oceanos vermelhos representam todos os setores existentes – o espaço de mercado conhecido. Aqui as empresas tentam superar as rivais para abocanhar uma fatia maior da demanda existente. A idéia da cor nasceu porque, com uma competição tão acirrada, cada um age como um “tubarão” ...

A Estratégia e a Responsabilidade Social

Por sua notoriedade e sua efetiva contribuição ao mundo da gestão, Michael Porter era aguardado com ansiedade pelo público que compareceu ao segundo dia do Fórum Mundial de Estratégia da HSM. O professor da Harvard Business School compartilhou com os presentes o seu pensamento a respeito da conexão das ações de responsabilidade social com a estratégia das empresas. Para o Mestre da Estratégia, os gestores têm tido dificuldades em fazer as melhores escolhas no campo da Responsabilidade Social Corporativa (RSC), pois se sentem compelidos a ceder às pressões que, muitas vezes, não levam a ganhos reais para a sociedade e para a organização. No campo da RSC, as pressões sobre os executivos crescem em variedade e quantidade. Os decisores sentem-se confusos em relação à definição de seu programa para a área social e, com freqüência, desviam-se de suas atividades principais ao deixar-se levar pelas reivindicações de grupos sociais. “Nenhuma empresa conseguiria resolver todos os problemas do mu...

Marca Corporativa e Marca de Produto. Ou o jogo dos sete erros mais comuns

Existe um procedimento que é bastante recorrente no ambiente do Marketing: tão logo aparece alguma abordagem ou conceito realmente inovador, há uma tendência apressada e afoita de transformar esse novo em coisa conhecida e catalogada. A partir daí, inicia-se imediatamente a busca ansiosa pela próxima “invenção”. Isso está acontecendo exatamente agora com o conceito de marca corporativa. Não que ele seja absolutamente novo. Mas vive-se hoje, na expressão de Majken Schultz, uma “second wave” da abordagem da marca corporativa, que não pode e nem deve ser confundida com as definições já em circulação. Em síntese, marca corporativa não pode ser tomada por ou confundida com marca de produto. São duas coisas bastante diferentes, embora possam ter nuances parecidas. Para ficar mais claro, é bom ilustrar essas diferenças à moda daqueles jogos dos 7 erros, frisando as confusões mais comuns entre os dois conceitos. 1. A marca corporativa não é marca de um target só. Ela deve dialogar com vário...

Métricas do e-mail marketing: elas dizem mais do que você pensa

Todos os dias, falo com vários profissionais de marketing e tecnologia de empresas de todo o Brasil que usam o e-mail marketing como ferramenta de prospecção, relacionamento, marketing institucional, entre tantos outros usos dessa poderosa mídia. Percebo que, em muitos casos, é necessário orientá-los para que façam melhor uso das métricas que suas ferramentas oferecem. É preciso enxergar além do óbvio. Inadvertidamente, muitos profissionais vêem esses relatórios simplesmente como um meio de saber ‘quem recebeu ou não o e-mail’ ou, simplesmente, para ter ciência sobre qual o link mais clicado em sua campanha – isso quando lêem algum relatório. Mesmo para aqueles que buscam olhar todos os gráficos e todas as planilhas, em alguns casos, os dados realmente relevantes – aqueles que permitirão gerar informações diferenciadas e ações estratégicas mais adequadas – passam sem ser notados. Falta ‘ler nas entrelinhas’ desses dados. Saber que um link foi o mais clicado é realmente importante. E co...

Mensuração e avaliação do ROI

Já há algum tempo percebe-se a multidisciplinaridade tomando conta da teoria e da prática na Comunicação Social. Múltiplos saberes precisam ser articulados para dar cabo das demandas por informação e relacionamento de vários públicos de interesse. Não diferente é com os ramos da Economia, da Matemática e da Estatística ­ eles vêm literalmente invadindo as análises de cenário e os planejamentos de relações públicas, jornalistas e publicitários. Este foi o tema central de discussões do III Fórum Internacional ABA ROI, realizado em São Paulo nos dias 5 e 6 de agosto de 2008, organizado pela Associação Brasileira de Anunciantes. O presidente do ROI Institute, Jack Phillips, mostrou como funciona sua metodologia, implantada em 51 países. Segundo ele, trata-se de um processo abrangente de mensuração e avaliação para ser utilizado não apenas como ferramenta de diagnóstico, mas principalmente na melhoria contínua. Consiste no levantamento e análise de dados desde o início da adoção do projeto,...

Lojas de materiais de construção apostam em experiência diferenciada no PDV

O ponto-de-venda das lojas de materiais de construção começa a oferecer experiência ao consumidor através de espaços ambientados e diferenciados para que o cliente se sinta em casa e consiga imaginar o azulejo da loja em seu banheiro, por exemplo. Quando chega a hora de construir ou reformar a casa, o consumidor procura por qualidade de produtos e serviços visando o bem-estar de sua família. Por isso, as lojas de materiais de construção aderem à tecnologia e investem cada vez mais em estratégias de Marketing diferenciadas que não deixe a casa cair. E nem as vendas. Informação e experiência ditam as regras nos PDVs deste setor e são questões bastante discutidas em estratégias de Marketing das empresas do setor. Para fornecer a melhor experiência com os produtos, as lojas se apóiam na tecnologia e na criatividade para se diferenciar da concorrência. Construindo experiência A experiência no PDV das lojas de material de construção precisa encantar o cliente como em qualquer outro segmento....