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Branding conquista espaço estratégico

Sobressair-se num mundo cada vez mais igual, por meio de uma identidade bem construída, de atributos bem comunicados e de posicionamento claro é o objetivo principal das organizações que buscam melhor qualidade, produtividade e rentabilidade por meio de diálogos e de relacionamentos. Foi este panorama que embasou as escolhas da ABERJE nos painéis de sua 4ª. Conferência Internacional de Comunicação Empresarial, realizada no dia 30 de outubro de 2008 no Novotel Jaraguá em São Paulo/SP, atraindo mais de 130 profissionais de vários estados brasileiros. O professor da Harvard Business School, do American Institute of Graphic Arts e do Design Management Institute, Tony Spaeth, foi a personalidade mundial que deu início às discussões. Ele, que através de sua Identity Works tem clientes como Caterpillar, Dow Jones, Sony Corp e J.P.Morgan, elaborou uma Matriz de Branding Corporativo entregue aos presentes em versão traduzida. Seu processo de planejamento e criação, ao invés do enfoque em marke...

Experiência de marca com os gifts corporativos

Feche os olhos, apalpe, chacoalhe, mas devagar, pois pode ser que quebre. É grande ou pequeno, pesado ou leve? Existe coisa melhor do que um presente surpresa? A prática de presentear é uma das mais antigas e conhecidas formas de comunicação dirigida. O presente é a ponte direta entre quem quer agradar e quem certamente se sentirá especial ao receber, conseguindo em uma só peça evidenciar aspectos dos dois interlocutores. Quando transferimos este universo para o mundo corporativo, nos deparamos com ações promocionais, campanhas de relacionamento, lançamentos de produto, convites criativos, press kits inovadores além, é claro, dos famosos brindes institucionais. Tudo isto, nada mais é do que a mais forte e direta mídia da atualidade: os presentes corporativos. Mais direta porque os presentes são emocionais e colocam cada receptor no centro da comunicação, não havendo perdas nem ruídos de mensagem. Mais forte porque além de uma mídia, é concreta, palpável, tridimensional, podem até ter c...

Sustentabilidade precisa ser eixo estratégico

Disseminar as melhores práticas, levantando tendências do mercado e oferecendo material teórico para implementar discussões, e ao mesmo tempo em aumentar a rede de relacionamento dos participantes a partir de perspectivas diferenciadas de desenvolvimento de trabalhos. Esta é a proposta dos comitês criados pela ABERJE que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional comprovada pela quinta reunião temática sobre Sustentabilidade realizada em outubro de 2008 na Casa do Saber em São Paulo/SP. Na ocasião, estiveram presentes 60 profissionais para ouvir as considerações de José Luciano Penido, diretor-presidente da Votorantim Celulose e Papel/VCP, e Tereza Cristina de Rozendo Pinto, gerente de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social da Eletrobrás. Na estrutura de governança da entidade, estão presentes os comitês como fóruns privilegiados de discussão direta entre profissionais das empresas associadas. O acesso é grat...

Afinal, o RH é estratégico ou não?

Chega! O RH precisa se livrar de uma vez por todas desta eterna cobrança, de uma responsabilidade que não é sua. O RH, como qualquer área funcional, só pode ter um posicionamento estratégico se a empresa tiver o seu, e isto compete aos que a governam. "Estratégico" é a qualificação atribuída às ações de gestão com impactos nos resultados futuros que afetam o sucesso ou sobrevivência da empresa. Uma responsabilidade inalienável do grupo de gestão, do qual deve fazer parte o gestor de RH. Entretanto, é preciso separar os papéis e as competências exigidas de quem apenas toca uma função, daqueles que também se sentam no board e participam das decisões que afetam resultados globais do negócio, tais como rentabilidade, perenidade, valor e imagem do empreendimento. Uma empresa com sólida visão estratégica não contrata apenas um gestor de RH, mas um executivo de negócios com especialização em RH. As áreas funcionais passam a ser estratégicas quando traduzem orientações estratégicas e...

O consumidor no banco do motorista

Em tempos de vacas magras (magérrimas, se depender da análise dos economistas) a comunicação com o cliente final mudou drasticamente. Até porque esse mesmo cliente já não era o mesmo há alguns anos, desde que o mundo tornou-se “plano”, como diz Thomas Friedman, com a ajuda da internet que democratizou o acesso à informação e ampliou as formas de interatividade. Hoje, como gosta de dizer George Stalk, da Boston Consulting Group do Canadá, os consumidores “não são mais um coro de contentes”, passivos e obedientes. Ele tomou as rédeas na condução de suas despesas e as mantém com pulso firme. Ele abandonou o banco de trás e assumiu o volante do consumo. Para esses consumidores, a tolerância é zero com relação aos abusos de campanhas publicitárias e de marketing que vendiam o mundo mágico das ilusões. Pois bem, se o consumidor já era um novo ser, com a chegada da crise à economia real, ele mudou mais um pouco e o nível de intolerância dele tornou-se altíssimo. Quem é esse sujeito, afinal? N...

Ricardo Fort - Diretor de Marketing da Coca-Cola

A Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo — US$ 66,6 bilhões —, conforme ranking elaborado pela consultoria internacional Interbrand. Alcançar esse feito certamente exige uma estratégia de marketing muito bem alinhada nos diferentes mercados em que atua. O responsável direto por esse trabalho no Brasil é Ricardo Fort, diretor de marketing da Coca-Cola. Para esse engenheiro pós-graduado em marketing, crise é, efetivamente, um momento de investimento. 'Passamos por todas as crises econômicas deste e do século passado, pois sempre tivemos uma fábrica nos países mais afetados', resume. É nessas horas em que a empresa expande sua distribuição, compra novas marcas ou destina mais recursos para comunicação, logística e opções de novas embalagens. Outra arma importante para atravessar períodos de turbulência é adotar uma estratégia de embalagens que contemple diferentes perfis de públicos, explica o executivo. Gazeta Mercantil - Quais as medidas tomadas pela Coca-Cola no Brasil para ...

Desafios culturais estão no centro da comunicação globalizada

Como a área de Comunicação define e estabelece novas estratégias de ação transversal, nas diversas instâncias de atuação das empresas globalizadas, que contribuem para criar, de forma eficaz, uma percepção única e integrada da imagem, reputação e cultura organizacional entre seus stakeholders. Este foi o objetivo principal do X Fórum de Comunicação Corporativa da Associação Brasileira de Anunciantes, realizado em outubro de 2008 no Mercure Accor Hotels em São Paulo/SP. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento/UNCTAD criou o Índice de Transnacionalidade, baseado numa somatória de ativos, vendas e empregos gerados fora da base principal da empresa. Entre as organizações mundiais listadas, estão a Nestlé, Eletrolux, Unilever, Fiat, Saint-Gobain e Xerox. Já os pesquisadores da PUC/SP, economistas Daniela Correia e Gilberto Lima, aplicaram o conceito para as empresas brasileiras, dando origem a uma lista nacional, onde constam Gerdau, Odebrecht, Vale, Petrobras, Marc...