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Estar atrás é bom para motivar times e bater metas

Quem praticou – ou pratica – algum esporte competitivo provavelmente já viveu a sensação. Quando você está um pouquinho atrás, parece mais fácil juntar forças para virar o jogo. Ficar muito para trás faz a virada soar impossível. Até manter uma liderança apertada parece mais difícil. Preocupados com as implicações dessas ideias para a motivação de equipes em mercados competitivos, dois professores da Universidade da Pensilvânia resolveram descobrir se elas são verdadeiras ou não passam de uma lenda das quadras. Para investigar o assunto, Jonah Berger e Devin Pope analisaram resultados reais do maior campeonato americano de basquete universitário, o da NCAA, e conduziram testes em laboratório. No estudo de campo, a dupla pesquisou os resultados de milhares de jogos entre 2005 e 2008 – foram analisadas 6.572 disputas em que a diferença no placar, no intervalo, não passava de dez pontos. Os professores separaram os grupos entre os que estavam apenas um ponto atrás do adversário no meio do...

Face-a-face é o grande recurso na comunicação interna das organizações

O 13º ano de realização do Congresso Anual de Comunicação Interna da International Business Communications/IBC, integrante do Informa Group, teve um denominador comum: ainda que seja irrecusável a instauração gradativa de canais de interface digital para otimização de relacionamento com os empregados, está havendo uma forte redescoberta da potencialidade do diálogo presencial entre as equipes. Entre os cases relatados, os retornos de maior repercussão advêm de instrumentos que privilegiam contato direto com chefias, sem as estruturas rígidas da hierarquia e burocracia organizacionais. As palestras foram realizadas em junho de 2009 em São Paulo/SP. Chamada para falar sobre como a comunicação interna colabora na sustentabilidade, a TetraPak enviou sua gerente de Comunicação Corporativa, Cleusa Carvalho, para mostrar os vários meios de informação e motivação em torno do engajamento das pessoas em melhoria de processos internos e na alavancagem de ações externas de conscientização social, ...

Jim Collins: O sucesso pode matar a empresa

Uma placa na porta do escritório do americano Jim Collins, autor dos clássicos livros Feitas para Durar e Empresas Feitas para Vencer, deixa claro para o visitante que aquele não é um ambiente de trabalho comum. Em vez de uma tabuleta com seu nome, lê-se a expressão "ChimpWorks", algo como "chimpanzé trabalhando". Collins, definitivamente, não é um chimpanzé - embora ache que é um sujeito curioso, assim como os macacos. A irreverência das boas-vindas é um dos sinais de informalidade daquele que é considerado hoje o sucessor legítimo de Peter Drucker, o maior teórico dos negócios em todos os tempos. Casado há 29 anos com uma atleta de triatlo, fanático por escaladas e dono de penetrantes olhos azuis, Collins se mudou para Boulder, no Colorado, no início da década de 90. Com pouco mais de 100 000 habitantes, a cidade é mais conhecida por ser um bom lugar para pedalar do que por uma produção intelectual profícua. Mas Collins acredita que viver numa comunidade pequena o...

Endomarketing envolve funcionários no cumprimento de metas

O Marketing vem se especializando a cada ano em técnicas de envolvimento de consumidores. Em uma sociedade onde cada vez mais se exige um relacionamento com seus stakeholders para a propulsão dos negócios, um dos públicos mais importantes acaba não sendo muito discutido: os funcionários. É pensando nesses colaboradores e na sua importância no sucesso das empresas que muitas delas estão apostando no Endomarketing. A disciplina ainda gera uma certa confusão. Há aqueles que dizem que significa toda e qualquer ação de comunicação interna, enquanto há quem acredita que trata-se de ações de incentivo a funcionários. Para Analisa Brum, sócia-diretora da HappyHouseBrasil, agência especilizada na área, “quando a empresa repassa uma informação, utilizando canais oficiais, está fazendo Comunicação Interna. Mas quando, para repassar a informação, se utiliza de técnicas e estratégias de marketing como cor, frase de efeito, foto, materiais diferenciados, etc., está fazendo endomarketing”, define em ...

O apagão da Telefônica expõe problemas na empresa

Os sucessivos problemas apresentados pelo Speedy, o serviço de banda larga que a Telefônica vende no estado de São Paulo, culminaram numa punição extrema da Anatel: a suspensão da venda de novas assinaturas por um mês, pelo menos. A empresa se comprometeu com a agência reguladora a antecipar investimentos e a melhorar a qualidade do serviço prestado a seus mais de 2,7 milhões de clientes de internet rápida. As mudanças na Telefônica vão muito além das admissões públicas de culpa e das promessas de conserto - os espanhóis enviaram emissários para acompanhar a situação de perto e, em alguns casos mais críticos, intervir. Mas, além de expor deficiências estruturais da operadora, a crise do Speedy trouxe à luz outro problema fundamental: a falta de competição na banda larga. A privatização do sistema Telebrás foi um sucesso indiscutível e removeu um obstáculo para o salto de competitividade das empresas do país e a integração do Brasil com o restante do mundo. Mas ainda há muito a fazer. A...

Empresas contratam estudantes para “twittar”

As empresas já perceberam que estar nas redes sociais pode aumentar as vendas e difundir a marca para um grande público. E para aumentar a presença desses negócios na internet, as empresas estão contratando jovens estudantes que atualizam as páginas das companhias no Twitter – um serviço de microblog que permite escrever frases de até 140 caracteres. A escolha pelos jovens é simples: eles estão super familiarizados com a internet e o Twitter. A Pizza Hut, por exemplo, contratou estudantes que ficam o dia inteiro escrevendo sobre a empresa no Twitter, falando principalmente das promoções. Os estagiários também respondem a dúvidas dos internautas em tempo real. "Tento publicar 10 notícias por dia", afirma a estudante Alexa Robinson, de 22 anos, estagiária da Pizza Hut no Reino Unido. Com esse trabalho, em poucas semanas o número de seguidores da Pizza Hut passou de 3 mil para 13 mil no Twitter. “A mídia social é importante por causa da rapidez de comunicação”, disse Chris Fulle...

Marcas populares ganham confiança da classe C

A ascensão da classe C no Brasil não é mais novidade. A maior parte da população consumidora do país mantém o crescimento também quando o assunto é a redução de gastos entre as outras camadas sociais. Este é um dos dados apresentados pela Troiano Consultoria de Marca em estudo feito em parceria com o IBOPE que ouviu 3.003 pessoas em nove regiões do Brasil. A pesquisa avaliou 64 marcas das categorias cerveja, financeiras, operadoras de celular e fast food quanto ao consumo popular no Brasil. Foram avaliados produtos, distribuição, preço, atendimento, comunicação e marca. O perfil traçado destes consumidores mostra que pequenos comércios são os principais pontos-de-venda frequentados e que produtos de beleza estão cada vez mais presentes nos estabelecimentos das classes sociais mais humildes. Segundo o estudo, o consumo da classe C apresenta características comuns como um produto oferecer qualidade e atender as necessidades das pessoas. A distribuição precisa ser de fácil acesso, mas não...