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Conquiste seus colaboradores com Endomarketing

Para Rodrigo Freire, a boa aplicação do marketing interno é um círculo virtuoso que traz bem-estar e satisfação aos colaboradores que tendem a trabalhar mais felizes e alinhados à visão da companhia, se dedicando mais nas suas funções e conquistando mais resultados para as empresas. Além disso, a percepção sobre a empresa melhora sensivelmente resultando em um círculo virtuoso. Pare ele o Endomarketing é tão importante quanto aumentos salariais, uma vez que até o funcionário mais interessado em dinheiro não resiste por muito tempo em uma empresa onde o clima é ruim. O texto tem reflexões interessantes, apesar de acreditar que, na prática, o endomarketing fica muito no discurso e é muito pouco praticado pelas empresas. Confira abaixo a integra do texto e opine sobre o assunto. Conquiste seus colaboradores com Endomarketing Muito além de eventos sazonais e ginástica laboral, o Endomarketing hoje, é indispensável ao desenvolvimento corporativo. O principal e mais evidente benefício provi...

Comunicação depende das lideranças

A análise de redes organizacionais desvenda as redes internas de comunicação informal, identifica o perfil dos colaboradores e extrai indicadores para monitorar investimentos em comunicação e evoluir na área. Alguns fatores críticos na comunicação interna devem ser levados em conta na hora de analisar sua efetividade, como a definição do propósito da área na empresa, o engajamento da alta direção como parceiro, a inclusão do papel da liderança como canal de comunicação e o entendimento em detalhes do planejamento estratégico da empresa com identificação dos resultados de cada momento para usá-los como fonte de causa e efeito. A comunicação depende 55% do que o funcionário vê e ouve da liderança e 30% de processos. Confira a seguir um resumo do Seminário de Mensuração de Resultados em Comunicação Interna da International Business Communications/IBC, realizado em São Paulo/SP feito pelo Rodrigo Cogo. Mensuração de resultados em comunicação passa pela análise das redes organizacionais A a...

Jack Welch: O que faz um bom chefe

Não é fácil contratar bons profissionais. E não há nada mais importante para atingir um bom resultado do que conseguir a pessoa certa em campo. Nem todas as teses mais brilhantes de negócios e as tecnologias mais avançadas do mundo fazem tanta diferença quanto ter bons profissionais capazes de pô-las em funcionamento. Isso é verdade sobretudo quando se fala no caso de alguém responsável por administrar uma grande divisão ou a empresa toda. Segundo Jack Welch, quando você estiver avaliando candidatos a um emprego, há quatro características de enorme importância que devem ser levadas em consideração: 1. Autenticidade Por quê? É simples. Ninguém pode tomar decisões difíceis, defender posições impopulares ou se orgulhar daquilo em que acredita a menos que saiba quem é e se sinta confortável com isso. Estou falando de autoconfiança e convicção, traços que tornam um profissional ousado e decidido, o que é absolutamente fundamental numa época em que é preciso agir rapidamente. A autenticidade...

O que RP tem a ver com fraudes corporativas?

O texto a seguir mostra que a fraude corporativa está cada vez mais comum nas empresas. Pesquisa aponta que o fraudador mais frequente é o próprio funcionário, que aparece como o responsável pelos desvios em 61% dos casos de fraude, seja como executor por sua iniciativa própria ou impulsionado pela oferta de propina do fornecedor. Muito mais do que a informação, me questiono sempre qual deve ser o papel da gestão da comunicação em casos como este que envolve diretamente a imagem da empresa junto aos públicos. Afinal, Relações Públicas deve atuar também no gerenciamento de riscos para a imagem e reputação corporativa. Vale a pena ler e refletir sobre o que RP tem a ver com as fraudes corporativas. Aguardo os comentários. Fraude atinge quase 70% das empresas A contabilidade registrava a compra de 5 mil copos plásticos a cada 15 dias, mas apenas três quilos de café. Ou os funcionários tinham uma estranha predileção por uma versão espantosamente fraca da bebida ou a empresa era vítima de ...

Um novo modelo para reter talentos da geração Y

Apesar de terem cortado custos na recessão, as grandes empresas não pararam de investir em inovação e, principalmente, nas pessoas. Agora, com o início da retomada, o momento é de resgatar a confiança da alta direção e engajar os colaboradores, levando em conta a nova realidade do mercado e criando um novo modelo de gestão de talentos. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Booz & Company e que será apresentado aos clientes brasileiros por DeAnne Aguirre, sócia sênior da empresa. Em recente passagem pelo país, ela conversou com o Valor sobre as mudanças que a as organizações precisam fazer para continuarem competitivas, o novo papel do RH e a importância de se entender as expectativas da chamada geração Y - nascidos nas décadas de 1980 e 1990. "Em 2025, no Brasil, 73% da força de trabalho será formada por esses profissionais. Se as empresas não mudarem para atrair esses talentos, não irão sobreviver", afirma. Confira a seguir os principais trechos da e...

Negociar com a equipe é sempre o mais difícil

A maioria das pessoas não se sente confortável em negociações e, na ânsia de chegar a um acordo rapidamente, deixa passar boas oportunidades. "Mais importante do que analisar o que a outra pessoa pede, é saber o que a está motivando. Sempre há uma maneira mais barata de atender a esses interesses", afirma John Richardson, consultor e professor de Harvard na área da negociação e resolução de disputas. Autor de livros sobre o tema, Richardson diz que uma das maiores dificuldades dos executivos é negociar com a própria equipe, a esposa e os filhos. "A ideia de competir com pessoas próximas é desagradável e sempre queremos evitá-la", afirma. Ele esteve recentemente no Brasil para encontros com executivos a convite do Grupo Pragmática Soluções Empresariais e concedeu entrevista exclusiva ao Valor sobre como se fazer uma negociação eficaz. Confira os principais trechos da entrevista: Valor: Quais são os principais aspectos de uma estratégia de negociação? John Richardson...

Lições para um bom anti-branding

Que tal reduzir frequentemente a verba de comunicação da sua empresa? Ou então mudar constantemente de agência, de preferência a cada ano. Gaste o mínimo possível em pesquisa sobre a saúde e a personalidade da marca. Estas são algumas das “dicas” de anti-branding que compõem a palestra Branding: 10 lições para não cair em armadilhas, de Jaime Troiano, um dos maiores especialistas do segmento no Brasil. O executivo não ensina como fazer o anti-branding, mas destacou a diferença entre a aparência e a essência de uma marca, projetos de felicidade que compõem o imaginário de quem faz uma compra, brand equity, força de marca, a real importância do nome, o poder multiplicador de marcas fortes, a marca das marcas, ‘surubrand’, visão interna da marca, além do anti-branding. Confira a íntegra da reportagem "10 lições para não cair em armadilhas de Branding". Nome, essência e aparência Em muitos casos, no processo de criação de uma marca, a escolha do nome é vista como a etapa mais im...