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Case: Relacionamento com cliente Vivo

Transcrevo aqui a íntegra da história contada pela publicitária Juliana Prado e veiculado no site Consumidor Moderno. Trata-se de um caso real que demonstra como as empresas costumam se relacionar com seus clientes. O texto é longo, mas a série de acontecimentos serve como alerta para que possamos entender que "relacionamento" é um fator crítico de sucesso nos negócios. Confira: "Mais uma vez, a publicitária aqui começa a escrever seu caso com sua operadora de celular. Leitora assídua de Consumidor Moderno, chegou à conclusão que, enquanto tiver essa operadora, não é recomendável ler as melhores práticas de atendimento ao cliente nesta revista, para evitar aborrecimentos. Quando penso que não tenho como ficar mais insatifeita, eles conseguem estragar ainda mais esse relacionamento, em que tento me manter fiel.. Dessa vez, a saga começa no dia 6 de março, quando recebi uma ligação informando que, por ser uma cliente muito especial e querida, havia ganhado 35.000 pontos no...

Call Center ajuda a evitar processos judiciais de clientes

O primeiro passo para uma empresa evitar processos judiciais é ter um call center decente. Há setores de atendimento de grandes empresas, no Brasil, que mais lembram quadros humorísticos que criticam o serviço público quando alguém precisa de qualquer informação. A professora da PUC de São Paulo, Maria Stella Gregori, consultora de empresas para assuntos do consumidor, diz que a maioria dos clientes tenta resolver o problema na companhia antes de ir à justiça. Apenas uma pequena parcela não quer nem papo e bate direto na porta do Judiciário. Segundo Maria Stella, as empresas se conscientizaram da necessidade do call center a partir da entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, na década de 90. Entretanto, muitos setores de atendimento ainda não conseguem dar vazão ao número de reclamações que lhes chegam. E, por isso, os casos vão parar nos tribunais. Um dos setores mais processados hoje é o de telefonia. Eu me lembro que, em uma ocasião, cheguei a ligar mais de 20 vezes duran...

Jornalistas e Relações Públicas propõem discussão sobre formação profissional

Em reunião realizada na sede do CONFERP, em Brasília, no último dia 20 de abril, a Diretoria-Executiva do CONFERP e o Presidente da FENAJ, jornalista Sérgio Murillo de Andrade, definiram agenda comum de trabalhos que propõe ampla discussão a respeito da qualificação dos profissionais da área de comunicação – relações pública, jornalismo e publicidade. A busca pela melhor qualidade dos cursos universitários de comunicação oferecidos no Brasil é uma preocupação atual das duas entidades que entendem que o sucesso futuro da nossa área passa pelas novas gerações de profissionais. Nesse sentido, os cursos universitários têm uma grande responsabilidade no processo de formação e aprimoramento profissional. Para iniciar esse debate, CONFERP e FENAJ convidarão, em conjunto, todas as entidades representativas ligadas à área de comunicação para uma reunião no mês de junho em Brasília. O objetivo do encontro e estabelecer parâmetros comuns entre as entidades no que se refere às exigências atuais da...

Balanço social: instrumento de diálogo, transparência e gestão de responsabilidade social

Uma das ferramentas de comunicação mais recomendadas para a divulgação de atividades de responsabilidade social corporativa é o balanço social. Demonstrativo não-obrigatório, publicado anualmente, ele apresenta informações sobre as ações de natureza social das empresas, incluindo benefícios gerados para seus funcionários, dependentes, colaboradores, comunidade e meio ambiente. “O balanço social é a resposta viva da ética de uma organização, pois reflete em números, valores e dados quantitativas a sua preocupação social. Por meio dele, a empresa mostra o que faz por todos aqueles que sofrem a influência direta de suas atividades”, afirma João Sucupira, economista e coordenador de transparência e responsabilidade social do Ibase. Um dos principais defensores desse instrumento foi o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, que, em junho de 1997, deflagrou uma campanha nacional por sua publicação voluntária. Ele acreditava que o balanço social contribuiria para “consolidar uma sociedade verd...

Filantrocapitalismo, a nova ordem mundial

A filantropia avança em países que até pouco tempo eram alvo da ajuda internacional. Nem testamentos caridosos nem grandes fundações baseadas em orçamento familiar e administração amadora. A tendência do investimento social privado, especialmente nos chamados Bric (Brasil-Rússia-Índia-China), é o filantrocapitalismo. A análise é da russa Olga Alexeeva, uma das principais especialistas mundiais em investimento social privado, atuando como coordenadora do Programa Global Trustees da Charities Aid Foundation (CAF), organização sem fins lucrativos, com sede no Reino Unido. Cunhado por Mathew Bishop, editor do jornal The Economist, em Nova Iorque, o termo filantrocapitalismo procura designar o que seria uma nova forma de fazer filantropia. Olga adota o conceito como uma espécie de definição guarda-chuva, que incorpora o investimento social e a responsabilidade social empresarial. "A expressão filantrocapitalismo marca muito mais uma transformação de comportamento, na medida em que trat...

Planejamento de mídia: o cuidado artesanal na era digital

Transcrevo aqui a íntegra do artigo "Planejamento de mídia: o cuidado artesanal na era digital", escrito por Luca Cavalcanti, diretor de marketing do Bradesco, e publicado na revista Meio & Mensagem no final de abril. Considero o autor um dos mais lúcidos profissionais de marketing do país, cujos textos costuma abordar de forma objetiva questões práticas do mercado. Leia e confira: "A máxima de que todo desafio traz de maneira intrínseca uma grande oportunidade torna-se relativamente mais complexa quando relacionada ao universo da fragmentação das mídias, bem como à melhor maneira de orquestrá-las visando o alcance do consumidor. Isso porque o cenário há tempos se transformou num quebra-cabeça imbricado, que não é apenas um admirável manancial de opções, mas uma instigante, e por vezes atordoante, gama de ofertas a serem avaliadas, elegidas e descartadas pelos mídias e dirigentes de marketing. Estamos evoluindo da era do planejamento de meios para a era do planejamen...

Collor move ação contra concessionária da Chrysler

O site Espaço Vital trouxe à tona, nesta terça-feira (8/5), uma ação movida pelo senador Fernando Collor de Mello contra uma revendedora da Chrysler. O processo não é novo. Começou em 1999 e ainda não foi julgado na 16ª Vara Cível de Porto Alegre. Mas o que chama atenção é o motivo que ele entrou na justiça e os argumentos sobre o confisco da poupança. Collor não gostou de uma propaganda da revendedora que tinha as seguintes mensagens: Algumas pessoas fazem qualquer coisa para comprar um Chrysler 300M; depois de conhecer as condições especiais do Franklin [Franklin Distribuidora de Veículos], você vai ver que não precisa confiscar a poupança de ninguém para comprar um Chrysler. Collor aparecia na foto do comercial. No processo, o advogado de Collor alegou que houve uso indevido de imagem. E para explicar o confisco da poupança, afirmou: tornado presidente de um país falido, com os bens públicos e particulares, no exterior, sendo aprisionados, como ocorreu com navios e aeronaves; com mi...