Pular para o conteúdo principal

Postagens

Tecnisa: posicionamento digital diferenciado

O Marketing está mudando e hoje precisão e métricas fazem parte cada vez mais da Era da digitalização, onde tudo que é escrito, falado, ouvido e visto está virando informação. Isso faz com que as mídias sejam diferentes do que eram antes e a dúvida que fica é: estamos preparados para lidar com isso? O case Tecnisa mostra uma estratégia de posicionamento com foco em entender como entrar na internet. Além de criar um site, é necessário saber lidar com a internet. Hoje é difícil que os profissionais de Marketing consigam dominar todas as ferramentas disponíveis na web, de acordo com Gustavo Reis, Diretor de Mídia da Wunderman. Segundo Reis, não estamos vivendo uma época de mudança, e sim uma mudança de época. “Nunca mais vou ter que esperar para ver os gols de domingo pela TV. Eu assisto pela internet na hora em que quiser”, diz. Os usuários da internet mudam e isto define as características de interatividade da web. Antes da web 2.0, caracterizada pela interação entre pessoas, existiu a ...

Marcas constroem relacionamento digital

A chegada das ferramentas de comunicação on-line trouxe com elas uma série de termos e palavras técnicas, mas muitos resultados práticos. Hoje, o Brasil conta com 60 milhões de usuários e uma penetração equivalente a menos da metade da população. Se na Inglaterra a internet é a principal mídia, no Brasil o crescimento em 2007 foi de 45% e 44% em 2008. A média de crescimento mostra que no Brasil o acesso fora de casa é maior e a penetração já atinge as classes menos favorecidas. Tanto no trabalho quanto em Lan Houses, a taxa de crescimento em dois anos na classe E é de 500%, segundo Julien Turri, CEO da Hi-Mídia. “Na internet o usuário vai até a marca através de URL, busca, recomendação, e-mail, publicidade e impressão off-line”, diz Turri durante o Seminário Marketing 360º Rio de Janeiro. De acordo com o CEO da Hi-Mídia, mesmo com a marca na internet, é possível que a empresa fique invisível no ambiente on-line. “Se um usuário procurar uma empresa na internet e não achar o site, ela e...

Centralidade no cliente é saída para diferenciação

Como se diferenciar em um mercado de consumo no qual os produtos são vistos cada vez mais como commodities para o consumidor? Esta pergunta inquietou e envolveu mais de 3300 participantes em 53 atividades de conhecimento e intercâmbio do 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados – APAS 2009, que teve como tema “Pessoas para pessoas – Novas competências para servir o consumidor”. Os números da edição foram recordes: 70,5 mil pessoas, tendo sido gerados cerca de R$ 4 bilhões em volume de negócios, numa área de exposição de 68 mil metros quadrados para 435 empresas fornecedoras de produtos, equipamentos e serviços no segmento. O professor de Administração de Empresas na Harvard Business School, Ranjay Gulati, fez uma das palestras centrais do congresso sobre construir organizações centradas no cliente. Dados de pesquisa da Compusat sobre a recessão de 2001 permitem estimar que 46% das empresas não sobrevivem às crises econômicas (decretam falência, fundem-...

Novas tecnologias, velocidade e poder

Na primeira semana de junho, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) foi palco do primeiro ‘UnoMarketing - Comunicação Consciente: Feira e Seminário Internacional de Marketing Sustentável’. Dividido em um seminário de dois dias e uma feira de negócios, ambos com viés internacional, o encontro tem por objetivo auxiliar no desenvolvimento do despertar para a consciência socioambiental entre fornecedores, clientes e público consumidor de comunicação e marketing. Na quarta-feira, dia 3, uma apresentação inspiradora foi realizada por Abel Reis, mestre em engenharia de sistemas pela Coppe/UFRJ e COO da Agência Click. Coube a ele o desafio de falar sobre a era da transparência, as implicações, riscos e oportunidades que se oferecem em um clique; software ou hardware, o que é mais importante; o jovem neste contexto, o poder pela tecnologia e a busca por estilo, o que é opinião e o que é verdade, a questão da cybertechnology, a internet grátis e a computação nas nuvens: o fu...

A TV venceu o Google

Em pouco mais de uma década de existência, o Google se transformou em um símbolo de ruptura no universo corporativo. Nesse período, passou de empresa de garagem, criadora de um inovador e eficiente site de buscas, para um colosso avaliado em 125 bilhões de dólares, dono da décima marca mais valiosa do mundo. Em meio a esse processo, o Google criou uma cultura empresarial única, copiada nos quatro cantos do planeta por companhias que se julgam - ou desejam ser - inovadoras e modernas. Entre as idiossincrasias do Google - e de seus fundadores, Sergey Brin e Larry Page - está a maneira como a empresa vê sua estratégia de marketing e promoção. Como boa parte de seu faturamento vem da venda de anúncios online em seus próprios produtos, o Google praticamente dá de ombros para a publicidade convencional. No ano passado, investiu 20 milhões de dólares na divulgação de seus produtos fora da internet. A maior parte desse dinheiro foi colocada em ações de marketing alternativo, campanhas boca a b...

Manuel Castells: celular vai acabar com poder da televisão

Uma ferramenta de comunicação capaz de reunir diversas funções pode, em breve, acabar com o poderio que a TV construiu nas últimas décadas. Essa ferramenta já existe e não é a internet via computador. Na opinião de Manuel Castells, considerado por muitos como o principal estudioso da sociedade da informação, o celular é o responsável pelas maiores transformações que acompanhamos atualmente. “Já houve tempo em que se falava de excesso de comunicação ou de informação por culpa da internet. Hoje, as pessoas sentem a necessidade e se inquietam se não conseguem acessar constantemente os e-mails. Enquanto isso, renunciam voluntariamente à televisão e isso pode ser o verdadeiro início do fim do poder do veículo. O celular se tornou o mais potente e versátil instrumento de conectividade. Nele, se convergem várias mídias. Do acesso à internet aos vídeos, passando pela música e pela troca de mensagens”, explicou Castells, em entrevista ao jornal italiano La Stampa. “A comunicação sem fio é a tec...

O consumidor não está sempre certo

Yelp.com é um site americano que traz opiniões de internautas sobre os mais diversos serviços: de dentista, a salão de cabeleireiro, banco, bufê de festas, hotel, restaurante, e por aí vai. O modelo do site é simples: está fundamentado na colaboração alheia. Os internautas postam indicações e opiniões – boas e ruins (são mais de 6 milhões de comentários)- sobre tudo. O site acabou virando uma enorme comunidade, praticamente uma rede social. Ficou muito maior do que o ex-estudante da Harvard Business School, Jeremy Stoppelman pensava quando criou o espaço em 2004. A repercussão do site também cresceu, alcançando status de concorrente de gigantes como Yahoo Local e Citysearch. E os donos dos estabelecimentos que eram mal-falados no site começaram a desgostar da brincadeira. Foi quando uma matéria em um jornal americano chamou a atenção para o quanto estes comentários negativos (muitos deles, maliciosos e sem base) afetavam seus donos e seus negócios. Ainda: “porque esses estabelecimento...