Pular para o conteúdo principal

Postagens

Uma nova visão sobre o valor das marcas

Em agosto de 2009, o portal de conteúdo inovador e vanguardista norte-americano PSFK (www.psfk.com), representado pela Mandalah na América Latina, publicou um ranking intitulado “Marcas do Bem de 2009”. O relatório foi uma resposta direta aos rankings tradicionais do mercado, que avaliam o valor do negócio junto com uma estimativa do valor da marca, sem levar em consideração outros valores, como o sócio-ambiental por exemplo, que as mesmas deveriam agregar para a sociedade como um todo. Convictos de que a nova era pós-crise exige um novo modelo mental mais holístico e humano, quesitos como inovação de valor, responsabilidade ambiental (tanto no processo produtivo como no consumo e na reutilização e/ou descarte) e engajamento social (o quanto a marca contribui para avanços reais na sociedade) determinaram o ranking das marcas do bem. Confira no artigo de Lourenço Bustani e Igor Botelho - sócio-fundadores da Mandalah esta nova visão sobre o valor das marcas. O que é uma marca valiosa? ...

Publicidade é mais efetiva em pessoas cansadas

É senso comum imaginar que o melhor momento de passar uma mensagem publicitária para o consumidor é aquele em que ele está descansado e é capaz de entender e processar as informações. Bom, a realidade não é bem assim. Há algum tempo pesquisadores afirmam que um certo nível de cansaço torna as pessoas mais suscetíveis à propaganda. Em artigo publicado recentemente no Journal of Marketing Research, um grupo de estudiosos ligados a universidades americanas e de Hong Kong descobriram de que maneira o cansaço influencia as pessoas. Eles afirmam que o cansaço não torna a pessoa nem mais nem menos aberta à mensagem publicitária, apenas o cansaço induz a pessoa a ficar mais confiante sobre o que pensa em relação a essa mensagem. Será? Marketing da estafa: Clientes cansados podem ser mais vulneráveis à publicidade É senso comum imaginar que o melhor momento de passar uma mensagem publicitária para o consumidor é aquele em que ele está descansado e é capaz de entender e processar as informações...

Parem de brincar de Comunicação Interna

Apesar de ser cada vez mais percebida e valorizada pelos gestores como uma ferramenta estratégica do negócio, a comunicação interna continua sendo a prima pobre da comunicação corporativa, se caracterizando como o meio menos privilegiado no budget anual de comunicação e marketing das companhias. Enquanto a idéia de que os funcionários se constituem no parceiro fundamental para o alcance dos objetivos e estratégias do negócio cresce no discurso das organizações, na prática o que vemos são ações isoladas e pouquíssimas iniciativas realmente estratégicas e eficazes de comunicação voltadas para os públicos internos. Ou seja, apesar de pretenderem a comunicação como estratégica, muitas empresas ainda “brincam” de fazer comunicação interna e, sem a mínima noção do perigo, acabam vivendo no faz-de-conta com os funcionários. Leia o artigo e deixe seu comentário. As grandes transformações na sociedade contemporânea impuseram à comunicação e ao relacionamento com os públicos um papel relevante ...

Sustentáveis pelo lucro

Atualmente há uma tendência a um maior controle sobre as corporações. A estrutura de governança corporativa no capitalismo atual aparentemente está mudando com a inclusão direta e indireta dos consumidores, que passam a agir como eleitores, em seus atos de compra e em movimentos sociais. As corporações então se veem constrangidas, mais do que no passado, pela lei e pela mudança de valores de consumidores e gestores. Não se tornaram mais responsáveis ou boazinhas, continuam buscando o lucro, só que agora em um ambiente político, social e institucional muito mais crítico. As empresas se importam com sua sustentabilidade financeira, porém, a própria lógica do capitalismo, a busca do lucro, tão ingenuamente criticada por ambientalistas e críticos de esquerda, transformará o risco em oportunidade, na medida em que as corporações introduzirem em suas estratégias competitivas a agregação de valor social e ambiental ao consumidor. A corporação do século 21 vai criar, pela lógica da busca do lu...

Os sete erros da comunicação corporativa

Como bom workaholic, Neal Patterson, fundador e CEO da Cerner Corporation, era dos primeiros a chegar na empresa e dos últimos a sair. Todos os dias ele se irritava com os estacionamentos dos funcionários vazios antes das 8 e depois das 17 horas. Numa manhã de mau humor em 2001, batucou um e-mail truculento dirigido a 400 executivos da multinacional, com reclamações e ameaças. No dia seguinte o e-mail vazou, assustou investidores e em três dias as ações despencaram 22%. O incidente tornou-se um exemplo clássico das consequências da falta de planejamento nas comunicações internas. Para ajudar gestores a evitarem problemas como esse, Stever Robbins, presidente da empresa de consultoria VentureCoach.com, descreveu em um artigo recente os sete pecados mais comuns na comunicação corporativa. Leia e descubra o que os profissionais devem evitar. Os sete erros mais comuns da comunicação corporativa: • Anunciar mudanças sem preparação - Mudanças sempre geram boatos e resistências. Antes de an...

Comercio eletrônico » E-commerce

Por Cibele Silva estudante de Relações Públicas da Universidade Metodista/SP e mediadora do blog A Bordo da Comunicação . O comercio eletrônico no Brasil cresceu de forma significativa em 2008, a e tendência é de crescimento em 2009, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico . Segundo artigo ‘E-commerce não é opção é imposição do mercado’ publicado na revista ESPM nº 05 Volume 16 . O e-commerce é apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, pois cresce consistentemente, apresentado índices superiores a 20% ao ano. Os brasileiros ficaram mais acostumados com as ofertas online e pesquisam ativamente os preços, em busca das melhores ofertas. Entre janeiro e junho deste ano, as vendas online atingiram R$ 4,75 bilhões, 25% a mais em comparação ao mesmo período de 2008. Ainda dentro deste segmento uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) com 5 mil consumidores em São Paulo apontou que 86% já realizou uma compra on-line. ...

Metodologia do Oceano Azul aplicada à inovação

A subsidiária brasileira da Kimberly-Clark está aplicando a metodologia do oceano azul para conseguir inovar e ganhar mercado em um setor em que quase não muda. Considerada uma das mais incensadas teorias de gestão desta década, a estratégia do oceano azul, apresentada em 2005 no livro dos consultores W. Chan Kim e Renée Mauborgne, revela que as mais bem-sucedidas estratégias de inovação não estão em segmentos superdisputados, mas sim em mercados inexplorados. Para ilustrar o conceito surgiu a metáfora do oceano azul, que pode ser amplamente navegado, em oposição aos oceanos vermelhos, nos quais diariamente ocorre uma luta sangrenta por participação de mercado. Veja as inovações e os ganhos em competitividade que a Kimberly-Clark obteve ao adotar esta estratégia. Mais de 5 bilhões de fraldas descartáveis são vendidas todos os anos no Brasil, segundo a consultoria Nielsen. À exceção de variações nas estampas e no tamanho, os produtos que compõem esse enorme volume -- usado por quase 3...