Por Cibele Silva estudante de Relações Públicas da Universidade Metodista/SP e mediadora do blog A Bordo da Comunicação.
O comercio eletrônico no Brasil cresceu de forma significativa em 2008, a e tendência é de crescimento em 2009, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Segundo artigo ‘E-commerce não é opção é imposição do mercado’ publicado na revista ESPM nº 05 Volume 16. O e-commerce é apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, pois cresce consistentemente, apresentado índices superiores a 20% ao ano.
Os brasileiros ficaram mais acostumados com as ofertas online e pesquisam ativamente os preços, em busca das melhores ofertas. Entre janeiro e junho deste ano, as vendas online atingiram R$ 4,75 bilhões, 25% a mais em comparação ao mesmo período de 2008. Ainda dentro deste segmento uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) com 5 mil consumidores em São Paulo apontou que 86% já realizou uma compra on-line.
Segundo a revista da ESPM a entrada de classes populares na internet é um fator que mais movimento a aumenta o número de vidas.
Um fator que influencia e aumenta a satisfação pela compra na internet são as redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão da compra. 46% dos internautas costumam pesquisar os comentários de outros usuários antes de realizar suas compras, é o famoso ‘marketing boca a boca’.
O crescimento do comércio digital está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a de mercados de massa, mas sim com a entrada de Pequenas e Médias Empresas no ramo. Essa teoria é abordada no livro de Chris Anderson - A Cauda Longa - o autor fala da infinidade de pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, é isso leva a oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade gerada pelos mecanismos de busca.
As empresas varejistas devem criar estratégias para se manter neste mercado. A interatividade é um fator chave Para manter os consumidores o maior tempo possível no site e garimpar as compras, canalizando a comunicação em massa para o atendimento personalizado, criando zonas de oportunidades no mercado do e-commerce.

Segundo artigo ‘E-commerce não é opção é imposição do mercado’ publicado na revista ESPM nº 05 Volume 16. O e-commerce é apontado como uma das seis grandes tendências para o varejo no Brasil, pois cresce consistentemente, apresentado índices superiores a 20% ao ano.
Os brasileiros ficaram mais acostumados com as ofertas online e pesquisam ativamente os preços, em busca das melhores ofertas. Entre janeiro e junho deste ano, as vendas online atingiram R$ 4,75 bilhões, 25% a mais em comparação ao mesmo período de 2008. Ainda dentro deste segmento uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) com 5 mil consumidores em São Paulo apontou que 86% já realizou uma compra on-line.
Segundo a revista da ESPM a entrada de classes populares na internet é um fator que mais movimento a aumenta o número de vidas.
Um fator que influencia e aumenta a satisfação pela compra na internet são as redes sociais colaborativas, que são muito eficazes no momento da decisão da compra. 46% dos internautas costumam pesquisar os comentários de outros usuários antes de realizar suas compras, é o famoso ‘marketing boca a boca’.
O crescimento do comércio digital está totalmente associado a uma abordagem de nichos específicos, muito mais do que a de mercados de massa, mas sim com a entrada de Pequenas e Médias Empresas no ramo. Essa teoria é abordada no livro de Chris Anderson - A Cauda Longa - o autor fala da infinidade de pequenos mercados, gerados por desejos específicos de consumidores que se diferenciam dos grandes grupos de consumidores, é isso leva a oportunidades para novos negócios, que são mais facilmente viabilizados pela internet, dado o alcance que esse canal possui e a facilidade gerada pelos mecanismos de busca.
As empresas varejistas devem criar estratégias para se manter neste mercado. A interatividade é um fator chave Para manter os consumidores o maior tempo possível no site e garimpar as compras, canalizando a comunicação em massa para o atendimento personalizado, criando zonas de oportunidades no mercado do e-commerce.
Comentários