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Quadrinhos se diversificam e investem em novo público

O mercado de história em quadrinhos, ou HQs, já deixou de ser segmentado há muito tempo. Hoje, o perfil de seus consumidores são homens e mulheres entre 10 e 40 anos, com os mais variados gostos e preferências. Devido ao envelhecimento de velhos leitores de quadrinhos, a demanda por títulos de temática mais adulta foi crescendo. Isso explica a recente ida das histórias em quadrinhos para as livrarias, que aproveitam para fisgar novos consumidores com um maior poder aquisitivo do que os adolescentes, consumindo e tratando essa arte como literatura, sem que necessariamente sejam habituais leitores desse tipo de publicação. Os títulos distribuídos em livrarias se destacam por possuir uma qualidade física superior, diferente dos títulos distribuídos em bancas, além do preço mais salgado. “Hoje, a editora Conrad oferece ao mercado histórias em quadrinhos adultas em vários formatos não só no ponto de vista de estrutura, mas também de temática. Temos histórias em quadrinhos de teor jornalísti...

Para conquistar a geração Y, empresa deve fazer concessões

Dizem que há cinco motivos para ser professor universitário: julho, agosto, setembro, Natal e Semana Santa. Nenhuma outra profissão permite tanta atenção a múltiplos aspectos da vida privada. São cinco argumentos que convenceriam qualquer membro da chamada geração Y, representada pelas pessoas que nasceram entre 1981 e 2000, e que, segundo José Ramón Pin Arboledas, professor do Instituto de Estudos Superiores da Empresa (Iese), se caracteriza por enfatizar outros aspectos da vida (além dos profissionais) e pensar que o importante é uma carreira pessoal. "As empresas que querem fidelizar o talento da geração Y precisam abrir-se a tais inquietações". Enquanto que os "baby boomers" (nascidos antes de 1964) têm como prioridade a carreira, os jovens pretendem fazer os empregos se adaptarem, dentro do possível, à vida familiar e pessoal. Buscam trabalhos flexíveis, a possibilidade de contar com jornadas partidas ou inclusive com a facilidade para abandonar o trabalho para...

Justiça quer atendimento ao cliente 24 horas por dia

O Ministério da Justiça começou a debater nesta quarta-feira, 27, novas regras para o serviço de atendimento ao consumidor. A medida atingirá em cheio as TVs por assinatura, os provedores de internet e as empresas de telefonia fixa e móvel - campeãs de reclamações dos consumidores. Esses setores, juntamente com as instituições bancárias e empresas aéreas, estão no foco da ação iniciada pelo Ministério. A nova regulamentação deve ficar pronta em julho deste ano, mas até lá será realizada uma série de debates. A proposta do governo federal prevê que todos os serviços de atendimentos passem a ser gratuitos e funcionem 24 horas por dia durante os sete dias da semana. A idéia é que a primeira opção de atendimento já encaminhe o consumidor para um atendente, o que deverá ocorrer em, no máximo, 20 segundos. Além de maior agilidade no atendimento aos clientes, as normas deverão exigir maior capacitação técnica dos atendentes de telemarketing e assim evitar que o consumidor seja transferido de ...

Pão de Açúcar demite dois diretores

O consultor Claudio Galeazzi, nomeado presidente do grupo Pão de Açúcar em dezembro, após a demissão de Cássio Casseb, fez nesta semana sua primeira grande mudança na cúpula da empresa. Na última terça-feira, dia 26, dois diretores executivos foram demitidos: Claudia Pagnano, que era responsável pelo marketing, e Pedro Janot, diretor comercial da unidade de não-alimentos. Ambos estavam no Pão de Açúcar há menos de dois anos – Claudia havia saído da BankBoston e Janot, da direção-geral da espanhola Zara no Brasil. Analistas de mercado interpretaram a mudança como uma tentativa do Pão de Açúcar de dar maior peso ao setor de não-alimentos, área que inclui o varejo de roupas e os postos de gasolina e costuma apresentar margens de lucro maiores que o segmento de alimentos. “O grupo também deve fazer mudanças na forma de organizar as lojas e apresentar os produtos, com o objetivo de aumentar as vendas”, diz Peter Ho, analista de varejo da corretora Planner, de São Paulo. Claudio Galeazzi ass...

Pfizer tira comercial do ar nos EUA

A Pfizer decidiu tirar do ar uma campanha desenvolvida para o medicamento Lipitor, um dos mais vendidos no mundo. A ação teve o cientista Robert Jarvik, inventor de um modelo de coração artificial, como apresentador dos benefícios do remédio, indicado para reduzir o nível de colesterol no sangue. Mas autoridades americanas contestaram a participação de Jarvik sob a alegação de que ele não tem especialização para recomendar terapias na área de cardiologia. De acordo com informações do portal Adlatina nesta quarta-feira, 27, a companhia farmacêutica anunciou aos representantes de uma comissão legislativa que retiraria a peça e emitiu um comunicado no qual Ian Read, presidente mundial da Pfizer, declara que "ainda que o aviso do Dr. Jarvik ofereça informação valiosa e precisa sobre os riscos do Lipitor e sobre como ele pode ajudar aos pacientes com colesterol alto a reduzir os perigos de um ataque cardíaco, sua apresentação pode ser enganosa". O comitê de comércio da Câmara de R...

Kaplan e Norton: Dominando o sistema de gerenciamento

Não muito depois de sua bem sucedida entrada na bolsa de valores, a Conner (nome fictício) começou a perder seu rumo. Os executivos seniors da empresa até continuaram com a prática de manter a reunião mensal dos gerentes (com um dia de duração), mas o foco foi perdido. A agenda da reunião incluía a discussão de questões operacionais na parte da manhã e questões estratégicas na parte da tarde. Mas como a empresa estava sobre pressão para atingir seus resultados trimestrais, itens operacionais começaram a invadir a agenda reservada às questões estratégicas. Inevitavelmente, a análise da performance do mês e da previsão financeira trimestral revelou que as receitas encontravam-se abaixo do projetado e as despesas acima do programado. Os gerentes, preocupados, consumiram horas discutindo como eliminar o gap através de ações relacionadas com preço, capacidade, redução da estrutura, corte de pessoal da área administrativa e de vendas, e campanhas de vendas. Um executivo colocou: “Não temos t...

Ações e mensurações em Marketing

Quando uma empresa resolve fazer uma ação deve também criar mecanismos para medir os resultados, mas em boa parte dos casos só há a procura pela elaboração da ação em si, sem estruturar toda a idéia e saber que os resultados somente serão percebidos quando medidos corretamente. Não medir é algo natural em muitas empresas, porque imaginam que uma ação, intangível, tem como finalidade apenas divulgar o nome da empresa ao mercado, ou então a oferta dos produtos e serviços. Mas tudo o que uma organização faz deve ser medido, seja na linha de produção, seja na criação de uma comunicação para um determinado meio, é necessário medir para que a empresa saiba quanto obteve de retorno com a ação. Então o planejamento é o principal alvo, muitas empresas deixam de planejar, portanto não sabe qual é o caminho que seguirão, logo não há necessidade de medir, porque estas empresas não sabem quem são, não sabem onde estão, não tem idéia de onde querem chegar, desconhecem o caminho a percorrer e ignoram...