Pular para o conteúdo principal

Postagens

"Kiss - keep it simple, stupid"

Ray Krock, fundador da rede McDonald´s, constantemente aplicava o conceito "kiss" aos seus comandados. Nada relacionado com beijo (significado de “kiss”) mas com "keep it simple, stupid", algo como “mantenha simples, seu idiota”. Ray aplicaria este conceito para muitas das franquias em operação no Brasil que perdem ou não possuem nenhum padrão operacional, adotando o famoso “jeitinho brasileiro” como procedimento. É por isso que muitas destas franquias exigem que o candidato tenha experiência, ou seja, cada franqueado leva a sua experiência pois o franqueador não possui nenhuma ou muito pouco. Se franquia significa um negócio testado, de sucesso comprovado que pode ser instalado em diferentes locais mantendo o mesmo padrão, que franquias são estas? Operar com padrões não apenas significa reproduzir o mesmo sabor de um sanduíche ou até mesmo a forma e expor um sapato, mas tudo aquilo que determina o “front office” (frente do negócio) mas também o “back office (atrás ...

Club Social inicia ações de marketing em 165 praias de todo o país

A partir do próximo dia 29 até meados de fevereiro de 2008, a marca Club Social vai estar nas praias do Brasil. Com ações inéditas, o objetivo é relacionar valores de irreverência e atitude à marca. A campanha contará com materiais para ambientação e degustação de amostras do produto espalhados em cerca de 165 praias dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Além disso, 3,5 mil guarda-sóis e 7 mil cadeiras de praia com a logo de Club Social e a cor vermelha da marca ao fundo serão espalhados nas orlas do litoral brasileiro. Em terra, dois veículos de modelo off road, vermelhos, adesivados com a marca vão passear pelo litoral distribuindo amostras do biscoito ao público. Fonte: Redação Portal IMPRENSA

Os e-mails sem relevância

Comunicar é algo que envolve duas pessoas, e fazê-lo de forma adequada na empresa pode ser simples ou complicado. Isto nada tem a ver com correios eletrônicos, boletins ou revistas internas. Se o conteúdo não interessa, o impacto para os funcionários dilui-se e às vezes supõe perda de tempo. Segundo recente estudo da Plantronics, os executivos espanhóis dedicam cinco anos de sua vida ao correio eletrônico sem relevância. Informar aos funcionários o que ocorre, além de contribuir para melhorar a imagem da companhia, é ferramenta fundamental para reter talentos. É o que confirma María Gil-Casares, professora associada do departamento de Comunicação Áudio-visual e Publicidade da Universidade Complutense de Madri: "Todas as empresas conhecem a teoria, mas só as grandes têm programas eficazes." María é autora do livro Organização e psicologia na comunicação interna, que compreende parte da teoria e da prática da comunicação interna. Entre os recursos que a obra analisa estão o man...

Indicadores Abracom projetam crescimento do mercado em 2007

Os números dos Indicadores de Comunicação Organizacional (ICO) da Abracom referentes ao ano de 2006 revelam um crescimento de 15% no faturamento global do setor. A partir da amostragem das agências participantes, estima-se um faturamento, em 2006, da ordem de R$ 700 milhões. Mais de 60% dos empresários que responderam ao levantamento apontam um ano de maior expansão para 2007, o que se verificou pela crescente movimentação do mercado, especialmente no segundo semestre. A Abracom projeta um crescimento de 20% em 2007, elevando o faturamento do setor para a cifra de R$ 850 milhões. O serviço mais contratado pelas empresas é o de assessoria de imprensa, que representa 44% do faturamento setorial. Consultoria e planejamento, comunicação interna, administração de crises e treinamentos são os serviços que se destacam também no levantamento do ICO. A carga tributária, com 86% dos apontamentos, é o fator de maior risco para os negócios na área de comunicação corporativa. No site da Abracom vo...

Intuição, toda diferença na hora de decidir

O crescimento da complexidade de variáveis e as mudanças diárias dos rumos dos negócios fazem com que tomar decisões seja fator de grande preocupação das organizações. Executivos se vêem diante da multiplicação de opções e dados que exigem análise, enquanto o tempo para tal análise encolhe. As organizações investem milhões de dólares para tentar preparar e atualizar seus executivos, tornando-os aptos a decisões rápidas e precisas. Gestores de grandes corporações preferem profissionais que tomem posições com agilidade. Acreditam que um executivo que acerte em mais de 70% das decisões é de grande valia para o processo das ambiciosas metas estratégicas do negócio. A intuição, ferramenta que pode auxiliar muito na decisão, parece ser alternativa atraente e razoavelmente confiável no custoso processo de coleta e análise de fatos. Altos executivos e empreendedores sentem que, diante de opções complexas, uma boa alternativa seria confiar no próprio faro. Acreditar na intuição é compreensível....

A magia do Natal convertida em negócio

O Natal favorece um clima positivo. As festas, as luzes, os presentes e o sentimento de começar uma nova etapa com o pé direito fazem com que as pessoas fiquem com um humor especial no fim de ano. Muitas empresas, conscientes disso, aproveitam a época para incentivar o trabalho em equipe em suas instalações. "É comum que as empresas utilizem essas datas para incentivar e agradecer os funcionários pelo esforço e trabalho realizados durante o ano, por meio de festas natalinas ou com outros presentes, como a tradicional cesta de Natal", afirma Lola García, diretora da agência Soluciones Eficaces, especializada em organização de eventos e protocolo. "Com este ambiente de bom astral é muito mais fácil incentivar o trabalho em equipe e conseguir aumentar a produtividade do pessoal", complementa Lola. Além disso, o Natal coincide, habitualmente, com o fim do exercício das empresas e esse pode ser um bom momento para premiar a consecução de objetivos, planejar as novas meta...

Ela fechou as portas da Microsoft

O sonho de trabalhar na Microsoft já foi uma unanimidade entre profissionais nos Estados Unidos. Uma multidão de mais de 10 000 funcionários ganhou milhões de dólares com as opções de ações em sua extraordinária abertura de capital nos anos 80. Mais recentemente, no entanto, a empresa perdeu grande parte de seu antigo charme -- sobretudo no quesito desempenho em bolsa. Em 2005, numa das mais vultosas quedas dos últimos anos, as mesmas ações que haviam enriquecido os executivos da Microsoft voltaram ao patamar em que estavam sete anos atrás. Com faturamento de 51 bilhões de dólares no ano fiscal concluído em junho, a Microsoft também acabou se tornando mais lenta e burocrática. Sem diversão, sem desafios, sem autonomia e sem incentivo financeiro fica difícil segurar os empregados. A taxa de rotatividade de funcionários cresceu de 6,7% em 2002 para um pico de 10% em 2005. Até altos executivos começaram a procurar outras companhias mais ágeis -- um exemplo foi Kai-Fu Lee, ex-vice-presiden...