Pular para o conteúdo principal

Como a realidade virtual está chegando aos filmes

Já era possível fazer um game do filme O Poderoso Chefão com um personagem muito semelhante ao protagonista Marlon Brando. E logo logo também será possível assistirmos Marlon Brando estrelando um novo filme.

A previsão é de Neil Dessau, diretor de marketing da AMD, que lançou nesta semana uma nova placa gráfica de alta velocidade (a ATI RadeonTM HD 4800 X2). Ele garante que o avanço da tecnologia permitirá que os filmes sejam mais interativos, possibilitando aos espectadores mudar ângulos, interagir com personagens e até criar novos finais. Além disso, serão criados jogos de videogame mais próximos à vida real. E, naturalmente, os mundos dos filmes e dos games estarão mais próximos da fusão completa.

De seu lado, os desenvolvedores de games poderão trazer a arte para os jogos diretamente do filme. Já os diretores de filmes conseguirão imaginar seu filme de uma maneira mais realista, utilizando, por exemplo, atores virtuais que podem encenar com uma variedade ampla de expressões faciais bem naturais. Além disso, terão a possibilidade de fazer alterações em tempo real, como mudar a iluminação, os ângulos de câmera e movimentar cenários.

A empresa Jules Worlds, em parceria com a Image Metrics, garante ser possível filmar um ator e transpor sua imagem para o mundo virtual, criando um outro ator artificial que pode ter outras performances (veja um exemplo na montagem abaixo). Desse modo, seria possível trazer de volta atores do passado e colocá-los de forma realista em novos filmes. Ou até mesmo utilizar atores virtuais ao invés de reais.


Fonte: www.meioemensagem.com.br
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A relação entre empresas e clientes

Atender as necessidades do consumidor é um dos princípios básicos do Marketing. E o que mais as pessoas precisam hoje, para além da relação de compra, é de relacionamentos positivos com uma marca. Especialistas apontam três requisitos essenciais na relação entre as empresas e seus clientes: confiança, diálogo e reconhecimento.

Alguns especialistas são categóricos em afirmar que nem mesmo o consumidor sabe o que quer. Por isso, toda empresa deve estar atenta para atender as demandas reprimidas. Mas, num cenário em que produtos e serviços são semelhantes, o que vai diferenciar uma marca da outra é a experiência positiva proporcionada em todos os contatos com um produto ou serviço.

A Coordenadora da Área de Marketing e Negócios Internacionais do Coppead/UFRJ, Letícia Casotti, informa que os antropólogos dizem que somos uma “sociedade relacional”. “Damos muita importância a relacionamentos e somos um povo fácil de estabelecer relacionamentos. Mas, por outro lado, observam-se empresas cada …

Muito além do lucro: empresas precisam de propósito para criar valor para os stakeholders

O principal motor do sistema capitalista é o capital. Melhor dizendo, o lucro, que Karl Marx cunhou de forma crítica como mais-valia. Desde a concepção do sistema, entretanto, muita coisa aconteceu - da queda do muro de Berlim e dos regimes comunistas à chegada da Geração Millennial ao mercado de trabalho - e tornou cada vez mais iminente a necessidade de revisão daquele guia original dos negócios, representado por cifrões. Hoje, as empresas despertam, pouco a pouco, para a importância de se buscar propósitos mais nobres para as suas atividades, enxergando o lucro como resultado e não como objetivo maior.
A nova mentalidade, entretanto, não pode se resumir a uma maquiagem para levar a organização ao sucesso na nova era, e esse é um dos desafios assumidos por Raj Sisodia, Cofundador e Copresidente do Instituto Capitalismo Consciente, que esteve no Rio de Janeiro na última semana durante o evento Sustainable Brands.
A entidade sem fins lucrativos criada por Sisodia já está em seis países,…

Em busca de economia, consumidor troca lojas físicas por virtuais

No primeiro semestre, ao todo, mais de 17 milhões de brasileiros fizeram ao menos uma compra em lojas virtuais do país. O setor apresentou um faturamento de R$ 18,6 bilhões, segundo o relatório da WebShoppers. O destaque do período foi o maior volume de vendas de eletrodomésticos e telefonia/celular - produtos que pela cultura do país eram comprados em lojas físicas.
Segundo Adriano Caetano, especialista em e-commerce e diretor da Loja Integrada, a mudança de comportamento é reflexo da nova organização do orçamento. "Com a crise, a população acaba poupando mais dinheiro e a internet é uma forma de economizar. É mais fácil pesquisar preços e formas de pagamento, e possivelmente encontrar um preço mais barato que a loja física", explica Adriano. Na Loja Integrada, por exemplo, o aumento nas vendas entre as micro e pequenas empresas chegou a 40% em relação ao ano passado, número na contramão da recessão da economia.
Para o especialista, o destaque nestes segmentos de vendas está …