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Nokia lidera "ranking verde" do Greenpeace

O Greenpeace publicou nesta terça-feira, 16, em sua página na internet, o ranking das empresas "verdes" que atuam no segmento de produtos eletrônicos. A nona edição do "Greener Electronics Guide" classificou as grandes marcas em função do esforço para eliminarem substâncias tóxicas de suas mercadorias e da reciclagem de seus produtos, entre outros quesitos. A Nokia conquistou o primeiro posto da lista.

As piores classificações foram da Philips, Microsoft, Sharp e Nintendo, respectivamente, que apresentaram resultados considerados insatisfatórios com relação aos critérios exigidos pela ONG. A Nokia - que ocupou a primeira posição na quinta edição o "Ranking Verde de Eletrônicos" - obteve sete dos 10 pontos aferidos graças à "melhora apresentada em sua política de reciclagem de resíduos eletrônicos na Índia".

No que tange à "eficiência energética", o melhor resultado ficou com a Apple, sendo que Nokia e Sony Ericsson ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.

A Phillips ganhou destaque por ser "a única empresa que obtém uma pontuação ruim, tanto em matéria de recolhimento de resíduos eletrônicos quanto da reciclagem deles", e situa-se no 11° lugar com uma "penalização por exercer uma pressão negativa sobre a responsabilidade individual do produtor na União Européia".

O Greenpeace posiciona o "Greener Electronics Guide" como um "instrumento dinâmico para o setor" já que as empresas lutam para conseguir uma classificação "verde" e pelo fato de a pesquisa permitir que os consumidores possam utilizá-la para obterem informações sobre o funcionamento das companhias e os produtos na hora de tomarem uma decisão de compra.

De acordo com a instituição, para ser considerada "totalmente verde" a indústria eletrônica deve comprometer-se com o desenvolvimento de produtos "sem substâncias químicas perigosas e energeticamente eficientes, duradouras e recicláveis", e para tanto devem assumir "responsabilidade total" por seus produtos, inclusive quando chegam ao final de sua vida útil, transformando-se em resíduos.

Julio Barea, responsável pela campanha conta a contaminação encabeçada pelo Greenpeace, declarou que os resultados desta edição o deixaram otimista com relação ao futuro "porque a maioria das marcas estão respondendo de forma positiva aos critérios mais severos".


Fonte: www.meioemensagem.com.br

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