Quem acompanha a onda verde nas empresas, por meio do lançamento de produtos ambientalmente responsáveis ou da inserção da sustentabilidade nas estratégias de negócio, pode até achar que se trata de um mar calmo e tranqüilo. Afinal, o vento parece soprar a favor. A grande maioria dos artigos e livros aborda as experiências bem-sucedidas. Poucos relatam fracassos, como se eles não existissem. Em muitos casos, as empresas não obtêm nem os ganhos ambientais esperados nem quaisquer benefícios de ordem econômica. No livro Verde que vale Ouro (Editora Campus Elsevier), os professores da Universidade de Yale, Daniel Esty e Andrew Winston apresentam algumas razões pelas quais ações empresariais verdes podem tropeçar. Mais do que isso, fazem recomendações de como escapar dessas armadilhas. Sobre elas, vale destacar: Enxergar as árvores, não a floresta: O livro menciona o exemplo da Ford, que empregou alta soma de dinheiro para tornar verde sua fábrica de River Rouge. Claro que uma produção ec...
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