Pular para o conteúdo principal

Omo resgata o desafio da brancura

Com um investimento de R$ 11 milhões, o sabão em pó Omo (Unilever) resgata o conceito do desafio de limpeza. Com ações nos pontos-de-venda, a marca volta também a estreitar o contato com as consumidoras, uma vez que há cinco anos não eram mais realizadas ações de interação. "Dentro da estratégia global da marca, de trabalhar com o emocional, sempre há um momento em voltamos a atenção para o que chamamos de comunicação funcional, que é mostrar para a consumidora os benefícios de Omo", afirma a gerente da marca, Regina Camargo.

Junto com o desafio acontece uma ação "viral" em que as consumidoras poderão indicar uma amiga ou se inscreverem pelo site para receber o quite do desafio, formado por uma camiseta suja e uma embalagem de Omo Multiação. "A idéia é fazer com que as consumidoras façam o teste em casa e comprovem a eficácia de Omo", afirma a executiva. As ações nos mais de 250 pontos-de-venda em todo o Brasil terão início em novembro e a expectativa é o envio de 120 quites no mês. A campanha, assinada pela Neogama/BBH, está no ar com filme na TV, nos canais abertos e também por assinatura e material impresso. "No caso do filme, não há referência à campanha viral. Já nos anúncios impressos chamamos a consumidora para conhecer a promoção no site", conta Regina.

A ativação da marca, desenvolvida pela Super Produções, começa na quarta-feira no programa "Mais Você", apresentado por Ana Maria Braga. "Ela vai indicar uma amiga, no caso a Leticia Spiller, para fazer o desafio e assim começa a corrente", conta Regina.


Fonte: Por Sheila Horvath, in Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A relação entre empresas e clientes

Atender as necessidades do consumidor é um dos princípios básicos do Marketing. E o que mais as pessoas precisam hoje, para além da relação de compra, é de relacionamentos positivos com uma marca. Especialistas apontam três requisitos essenciais na relação entre as empresas e seus clientes: confiança, diálogo e reconhecimento.

Alguns especialistas são categóricos em afirmar que nem mesmo o consumidor sabe o que quer. Por isso, toda empresa deve estar atenta para atender as demandas reprimidas. Mas, num cenário em que produtos e serviços são semelhantes, o que vai diferenciar uma marca da outra é a experiência positiva proporcionada em todos os contatos com um produto ou serviço.

A Coordenadora da Área de Marketing e Negócios Internacionais do Coppead/UFRJ, Letícia Casotti, informa que os antropólogos dizem que somos uma “sociedade relacional”. “Damos muita importância a relacionamentos e somos um povo fácil de estabelecer relacionamentos. Mas, por outro lado, observam-se empresas cada …

Muito além do lucro: empresas precisam de propósito para criar valor para os stakeholders

O principal motor do sistema capitalista é o capital. Melhor dizendo, o lucro, que Karl Marx cunhou de forma crítica como mais-valia. Desde a concepção do sistema, entretanto, muita coisa aconteceu - da queda do muro de Berlim e dos regimes comunistas à chegada da Geração Millennial ao mercado de trabalho - e tornou cada vez mais iminente a necessidade de revisão daquele guia original dos negócios, representado por cifrões. Hoje, as empresas despertam, pouco a pouco, para a importância de se buscar propósitos mais nobres para as suas atividades, enxergando o lucro como resultado e não como objetivo maior.
A nova mentalidade, entretanto, não pode se resumir a uma maquiagem para levar a organização ao sucesso na nova era, e esse é um dos desafios assumidos por Raj Sisodia, Cofundador e Copresidente do Instituto Capitalismo Consciente, que esteve no Rio de Janeiro na última semana durante o evento Sustainable Brands.
A entidade sem fins lucrativos criada por Sisodia já está em seis países,…

Em busca de economia, consumidor troca lojas físicas por virtuais

No primeiro semestre, ao todo, mais de 17 milhões de brasileiros fizeram ao menos uma compra em lojas virtuais do país. O setor apresentou um faturamento de R$ 18,6 bilhões, segundo o relatório da WebShoppers. O destaque do período foi o maior volume de vendas de eletrodomésticos e telefonia/celular - produtos que pela cultura do país eram comprados em lojas físicas.
Segundo Adriano Caetano, especialista em e-commerce e diretor da Loja Integrada, a mudança de comportamento é reflexo da nova organização do orçamento. "Com a crise, a população acaba poupando mais dinheiro e a internet é uma forma de economizar. É mais fácil pesquisar preços e formas de pagamento, e possivelmente encontrar um preço mais barato que a loja física", explica Adriano. Na Loja Integrada, por exemplo, o aumento nas vendas entre as micro e pequenas empresas chegou a 40% em relação ao ano passado, número na contramão da recessão da economia.
Para o especialista, o destaque nestes segmentos de vendas está …