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PF descobre fraude de R$ 1,5 bilhões da Cisco

A multinacional norte-americana do setor de informática Cisco Systems e sua subsidiária no Brasil foram os principais alvos da Operação Persona, da Polícia Federal, em conjunto com a Receita e o Ministério Público, para desmontar um esquema gigantesco de fraudes no comércio exterior, publicou o Portal G1.

Montado em São Paulo e com ramificações no Rio de Janeiro e na Bahia, o esquema teria causado um prejuízo de R$ 1,5 bilhão em sonegação de impostos em cinco anos, diz o site da BBC (leia texto em inglês). A investigação começou há dois anos. Segundo a Agência Estado, pelos menos oito crimes teriam sido praticados: formação de quadrilha, falsificação de documentos, uso de documento falso, corrupção ativa e passiva, contrabando, sonegação de impostos, ocultação de patrimônio e interposição fraudulenta de importações. Existe ainda uma suspeita de evasão de divisas.

A investigação começou há dois anos. Segundo o Ministério Público Federal, pelos menos oito crimes teriam sido praticados: formação de quadrilha, falsificação de documentos, uso de documento falso, corrupção ativa e passiva, contrabando, sonegação de impostos, ocultação de patrimônio e interposição fraudulenta de importações. Existe ainda uma suspeita de evasão de divisas.

O juiz Alexandre Cassetari, da 4ª Vara Federal Criminal de São Paulo, determinou o cumprimento de 41 pedidos de prisão temporária por cinco dias. Foram cumpridos ontem 93 mandados de busca e apreensão de documentos e bens e presas 40 pessoas, incluindo o atual presidente da Cisco do Brasil, Pedro Ripper, o ex-presidente Carlos Roberto Carnevali e dois outros dirigentes da empresa. Mais de 30 empresas estão envolvidas.

A empresa emitiu comunicado no Brasil no qual confirma que as autoridades brasileiras visitaram e fecharam temporariamente os escritórios da Cisco em São Paulo e no Rio de Janeiro. A assessoria de imprensa do ex-presidente da Cisco Systems no Brasil, negou que o executivo tenha sido preso na operação que determinou a prisão de 40 pessoas. O escândalo alcançou grandes proporções.


Fonte: g1.globo.com e epocanegocios.globo.com

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