Mais de 90% dos executivos acreditam que não têm as informações necessárias quando precisam tomar decisões importantes nos negócios. Em outras palavras, apenas um em cada 10 gestores dispõem dos dados essenciais para a tomada de decisões em suas companhias. Como resultado, muitas vezes precisam apelar para o instinto para a tomada de decisões.
A conclusão consta em uma pesquisa da Business Objects, empresa global de fornecimento de soluções de inteligência de negócios, que analisou o processo de tomada de decisões no ambiente corporativo. Conduzido pelo Economist Intelligence Unit (EIU), o levantamento foi consultou 154 executivos de empresas globais, que atuam em nível de presidência e diretoria.
Conforme a pesquisa, mais da metade dos executivos estão preocupados com a possibilidade de tomar decisões equivocadas como resultado da falta de informação. Além disso, 25% deles acreditam que o corpo gerencial, freqüentemente ou sempre, entendem suas decisões de forma errada. "Estas são estatísticas sensatas. Nós estamos falando sobre decisões de negócios que podem custar milhões de dólares para uma empresa", explica o presidente mundial da Business Objects, John Schwarz.
Para oito em cada 10 executivos, informações corretas e completas são mais importantes para se tomar decisões, superando fatores como a intuição pessoal e a opinião de outras pessoas ou de consultores externos. Apesar disso, segundo mais da metade dos pesquisados, na maioria das vezes, a tomada de decisão nas empresas é informal e subjetiva.
Por conta disso, 72% dos entrevistados classificam o processo decisório como "pouco eficiente" ou "fraco". "O fato é que os executivos que tomam decisões na empresa não estão conseguindo os dados que eles querem e valorizam, e estão sendo forçados a tomarem decisões por instinto", diz Schwarz.
Na opinião do executivo, Além de péssimos reflexos no curto prazo, a falta de informações pode gerar transtornos duradouros para as companhias. "Em um momento em que os economistas prevêem que o aperto de crédito atual pode impactar o ambiente de negócios, é importante tirar vantagem sob cada aspecto que pode fazer a diferença diante das pressões competitivas globais", afirma o executivo.
Fonte: Por Marcelo Monteiro, in Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 9
A conclusão consta em uma pesquisa da Business Objects, empresa global de fornecimento de soluções de inteligência de negócios, que analisou o processo de tomada de decisões no ambiente corporativo. Conduzido pelo Economist Intelligence Unit (EIU), o levantamento foi consultou 154 executivos de empresas globais, que atuam em nível de presidência e diretoria.
Conforme a pesquisa, mais da metade dos executivos estão preocupados com a possibilidade de tomar decisões equivocadas como resultado da falta de informação. Além disso, 25% deles acreditam que o corpo gerencial, freqüentemente ou sempre, entendem suas decisões de forma errada. "Estas são estatísticas sensatas. Nós estamos falando sobre decisões de negócios que podem custar milhões de dólares para uma empresa", explica o presidente mundial da Business Objects, John Schwarz.
Para oito em cada 10 executivos, informações corretas e completas são mais importantes para se tomar decisões, superando fatores como a intuição pessoal e a opinião de outras pessoas ou de consultores externos. Apesar disso, segundo mais da metade dos pesquisados, na maioria das vezes, a tomada de decisão nas empresas é informal e subjetiva.
Por conta disso, 72% dos entrevistados classificam o processo decisório como "pouco eficiente" ou "fraco". "O fato é que os executivos que tomam decisões na empresa não estão conseguindo os dados que eles querem e valorizam, e estão sendo forçados a tomarem decisões por instinto", diz Schwarz.
Na opinião do executivo, Além de péssimos reflexos no curto prazo, a falta de informações pode gerar transtornos duradouros para as companhias. "Em um momento em que os economistas prevêem que o aperto de crédito atual pode impactar o ambiente de negócios, é importante tirar vantagem sob cada aspecto que pode fazer a diferença diante das pressões competitivas globais", afirma o executivo.
Fonte: Por Marcelo Monteiro, in Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 9
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