Um dos pontos fortes do Bradesco, segundo seus funcionários, é que a carga de trabalho é razoável e há um equilíbrio entre ela e a vida pessoal. Campeão do grupo de companhias com mais de 10 mil funcionários, o banco foi depois escolhido como a melhor empresa na gestão de pessoas de 2007. Em outra empresa do mesmo setor, a também paulista BV Financeira, campeã do grupo de empresas com 4.001 a 10.000 funcionários, o mesmo quesito foi registrado como ponto forte, ao lado da boa gestão de talentos- a capacidade de atrair e reter profissionais qualificados. É um grande mérito para uma companhia com crescimento geométrico. Tinha 1,7 mil funcionários em 2005, 2,9 mil em 2006 e chega a 2007 com 4,4 mil. Por isso, a cada ano ela se colocou em grupos diferentes entre os seis usados pela revista "Valor Carreira" para classificar as melhores.
Há um ponto forte comum entre companhias de um pelotão intermediário, coincidentemente familiares: as oportunidades de desenvolvimento oferecidas, tanto maiores quanto melhor o desempenho do funcionário e com treinamento e aconselhamento para alcançá-las. Nesse caso estão as seguintes campeãs: a paulista Copagaz, do grupo de empresas com 501 a 1.000 funcionários; a gaúcha Grazziotin, daquelas que têm entre 1.001 a 2.000; e a paranaense Móveis Gazin, entre 2.001 a 4.000. Na Copagaz, a média de permanência dos funcionários é de dez anos. A Grazziotin estimula a formação de grupos de discussão para melhorar o trabalho e, deles, saem muitos dos seus gerentes.
Já na Móveis Gazin os funcionários aceitaram corte de benefícios nos dias ruins e, agora, comemoram as boas perspectivas com a volta do crescimento das vendas. A campeã com menor número de funcionários (146) é a incorporadora paulista Agra. Primeira colocada do grupo daquelas que têm entre 100 e 500 funcionários, a empresa tem como ponto forte atrair e reter talentos e por ser inovadora nos seus produtos, serviços e métodos de trabalho. Uma das marcas da companhia é a transparência- lá, o salário de todos é informação pública.
Fonte: Jornal Valor Econômico
Há um ponto forte comum entre companhias de um pelotão intermediário, coincidentemente familiares: as oportunidades de desenvolvimento oferecidas, tanto maiores quanto melhor o desempenho do funcionário e com treinamento e aconselhamento para alcançá-las. Nesse caso estão as seguintes campeãs: a paulista Copagaz, do grupo de empresas com 501 a 1.000 funcionários; a gaúcha Grazziotin, daquelas que têm entre 1.001 a 2.000; e a paranaense Móveis Gazin, entre 2.001 a 4.000. Na Copagaz, a média de permanência dos funcionários é de dez anos. A Grazziotin estimula a formação de grupos de discussão para melhorar o trabalho e, deles, saem muitos dos seus gerentes.
Já na Móveis Gazin os funcionários aceitaram corte de benefícios nos dias ruins e, agora, comemoram as boas perspectivas com a volta do crescimento das vendas. A campeã com menor número de funcionários (146) é a incorporadora paulista Agra. Primeira colocada do grupo daquelas que têm entre 100 e 500 funcionários, a empresa tem como ponto forte atrair e reter talentos e por ser inovadora nos seus produtos, serviços e métodos de trabalho. Uma das marcas da companhia é a transparência- lá, o salário de todos é informação pública.
Fonte: Jornal Valor Econômico
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